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Bolsa nacional em queda pela sexta sessão com 16 cotadas em queda

A praça lisboeta continua a registar fortes perdas num dia em que a China continua a pressionar as praças europeias. Com 16 cotadas em queda, Galp e BCP são as empresas que mais pressionam.

Miguel Baltazar/Negócios
David Santiago dsantiago@negocios.pt 07 de Janeiro de 2016 às 14:31
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O PSI-20 segue a recuar 1,94% para 5.063,83 pontos, com 16 cotadas a negociar em queda e apenas uma inalterada, naquele que é o sexto dia consecutivo a negociar em terreno negativo. Ainda assim, a praça lisboeta atenuou ligeiramente as perdas face ao período da manhã, altura em que chegou a recuar um pouco acima de 3%.

 

O principal índice nacional está a acompanhar a tendência registada esta quinta-feira, 7 de Janeiro, pelas principais praças europeias num dia em que a China volta a ser protagonista. Isto depois de as acções chinesas terem voltado a ser suspensas numa altura em que registavam uma desvalorização superior a 7%. O Stoxx 600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, está a perder 3,30% para 342,65 pontos.

 

À imagem do sucedido ontem, uma vez mais é a Galp Energia que mais está a pressionar o PSI-20 ao ceder 3,50% para 9,486 euros, numa altura em que também o petróleo volta a registar fortes quedas nos mercados internacionais. Em Londres, o Brent, utilizado como valor de referência para as importações nacionais, segue a descer 3,21% para 33,13 dólares por barril num dia em que negoceia em mínimos de Abril de 2004.

 

Também o BCP reassume o papel de vilão, destacando-se novamente entre as cotadas que mais estão a penalizar a bolsa nacional. O banco liderado por Nuno Amado segue a desvalorizar 3,71% para 0,0467. O BPI acompanha a tendência estando a perder 3,63% para 1,089 euros.

 

Voltando ao sector energético, a EDP está a ceder 0,13% para 3,169 euros já depois de o CaixaBI ter subido o preço-alvo para as acções da eléctrica de 3,6 para 3,65 euros. Já a EDP Renováveis está a cair 1,08% para 7,16 euros.

 

Nota negativa ainda para a Nos que está a ceder 1,63% para 6,984 euros, enquanto a Pharol perde 2,33% para 0,251 euros.

 

No retalho o sentimento predominante também é negativo. A Sonae cai 1,69% para 1,046 euros e a Jerónimo Martins perde 0,85% para 11,615 euros, após o Haitong Bank ter antecipado resultados positivos para a dona do Pingo Doce no quarto trimestre de 2015.

 

No entanto, o Haitong Bank sublinha que o imposto introduzido pelo Governo polaco sobre o sector do retalho representa uma ameaça para os resultados da Jerónimo Martins.

Os CTT também seguem a tendência, estando a cair 1,85% para 8,284 euros no dia seguinte ao Barclays ter elevado o preço-alvo dos títulos dos correios nacionais para os 10 euros

 

A Mota-Engil também se evidencia pela negativa, estando a deslizar 6,62% para 1,664 euros numa sessão em que já tocou nos 1,646 euros, o que representa o valor mais baixo desde 3 de Janeiro de 2013. Ainda no sector da construção, a Teixeira Duarte transacciona inalterada nos 0,298 euros. 

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