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Bolsa nacional em queda ligeira penalizada por Galp e BCP

A bolsa de Lisboa encerrou, pela primeira vez em sete sessões, em terreno negativo. Entre as restantes congéneres europeias não se verifica uma tendência definida.

Miguel Baltazar/Negócios
Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 08 de Outubro de 2015 às 16:44
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A bolsa nacional encerrou a sessão desta quinta-feira, 8 de Outubro, em terreno negativo pela primeira vez em sete sessões. O PSI-20 desceu 0,03% para 5.495,22 pontos, com dez empresas em queda e oito em alta. Entre as restantes congéneres europeias, não se verifica uma tendência definida. O principal índice grego liderou as quedas no Velho Continente, ao recuar 0,40%. Por outro lado, o britânico Footsie lidera os ganhos na Europa, ao somar 0,50%. O Stoxx 600, índice de referência, sobe 0,06%.


Este comportamento tem lugar numa altura em que os investidores tentam avaliar as implicações dos dados relativos às exportações alemãs. As exportações germânicas registaram, durante o mês de Agosto, a maior queda desde Janeiro de 2009. De acordo com os dados do gabinete de estatística, as vendas de bens e serviços ao exterior recuaram em 5,2% face ao mês anterior, quando os economistas contactados pela Bloomberg esperavam uma queda de apenas 0,9%.

Entre os principais sectores, as empresas de automóveis estão a ofuscar as perdas das operadoras de telecomunicações, segundo a Bloomberg. Entre as construtoras, a Fiat soma 3,78% para 13,44 euros e a Volkswagen desce 0,53% para 103,45 euros.

Na banca, o BCP encerrou a perder 1,80% para 6 cêntimos e o Banif fechou a descer 2,56% para 0,38 cêntimos. Já o BPI fechou a sessão a subir 1,60% para 1,14 euros.

Na energia, a Galp Energia encerrou a desvalorizar 1,26% para 10,15 euros. Isto numa altura em que os preços do petróleo estão também a subir nos mercados internacionais. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, soma 2,28% para  52,50 dólares por barril. O banco de investimento francês, Société Générale, cortou as estimativas para o preço do petróleo, mas reviu em alta as projecções para as margens. E, por isso, melhorou as previsões de resultados da petrolífera nacional. Mas a avaliação foi cortada.


A REN subiu 1,27% para 2,789 euros.
A REN, numa nota de análise a que o Negócios teve acesso, é considerada como a empresa ibérica de distribuição de energia preferida da Haitong (que comprou o BESI). A casa de investimento recomenda "comprar" acções desta cotada e avalia-a em 3,30 euros por acção.

A EDP apreciou 0,14% para 3,46 euros e a EDP Renováveis fechou a sessão a descer 0,29% para 6,262 euros.


A Nos somou 1,49% para 7,361 euros. A Pharol, depois de ter chegado a subir mais de 6% na sessão, encerrou a sessão a cair 1,09% para 36,2 cêntimos.


A Jerónimo Martins encerrou a subir 0,59% para 12,685 euros. A concorrente Sonae cedeu 0,17% para 1,169 euros.

No sector do papel, a Semapa desvalorizou 1,30% para 11,765 euros, a Portucel deslizou 0,21% para 3,327 euros. Já a Altri somou 1,63% para 3,93 euros.

(Notícia actualizada às 16h57)

 

 

 

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