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Bolsa nacional inverte tendência de abertura com recuo da PT; PSI20 cai 0,37% (act.)

A Bolsa nacional inverteu a tendência da abertura, depois das acções da Portugal Telecom e da Vodafone terem encetado quedas, arrastando o PSI20 para uma descida de 0,37%, em contra ciclo com o andamento na Europa. O PSI30 descia 0,55%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 14 de Fevereiro de 2002 às 10:19
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A Bolsa nacional inverteu a tendência da abertura, depois das acções da Portugal Telecom e da Vodafone terem encetado quedas, arrastando o PSI20 para uma descida de 0,37%, em contra ciclo com o andamento na Europa. O PSI30 descia 0,55%.

A Euronext Lisbon já inverteu tendência de abertura após as operadoras de telecomunicações anularem os ganhos da abertura, levando o PSI20 [PSI20] a testar novos mínimos anuais nos 7.432,15 pontos, enquanto o PSI30 marcava 3.532,79 pontos.

Ontem, a Bolsa nacional também andou em contra ciclo com a Europa, à semelhança do que se passa hoje.

«A saída de uma grande casa internacional do mercado português é uma das explicações que tem estado a correr no mercado para explicar este andamento em sentido inverso das homólogas europeias», revelou um operador do CIP Brokers.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] desvalorizava 1,85% para os 7,95 euros, dando continuidade às perdas de ontem que ascenderam aos 3,46% e anulando os ganhos da abertura.

Os títulos da Vodafone Telecel seguiam a mesma tendência, escorregando 0,8% para os 8,63 euros, após um ganho de quase 1% na abertura. Ontem os papéis da operadora móvel sofreram uma queda de mais de 5%.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP], depois de ontem ter firmado um novo mínimo histórico no decorrer da sessão nos 2,18 euros, seguia a recuperar 0,9% face ao valor de fecho, com cada acção a ser negociada a 2,25 euros.

«A eléctrica está a refazer-se das forte quedas de ontem, embora a recuperação não seja muito siginicativa, suportada num nível de liquidez de 1,5 milhões de acções», disse o operador do CIP Brokers.

A «suportar» o índice estão também as acções da concessionária de auto-estradas Brisa [BRISA] que valorizavam 0,4% para os 4,98 euros. «O papel tem caracteristicas algo defensivas e está a acolher os investidores que fojem à volatilidade do sector das TMT», comentou o mesmo operador.

No sector da banca, o BPI [BPIN] estava a «sofrer com a realização de mais-valias e cedia 1,49% para os 2,65 euros, anulando parte da subida de 2,28% conseguida ontem no final da negociação», explicou o operador do CIP Broker, que entretanto acredita numa recuperação do título ainda no decorrer da sessão.

O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] valorizava 0,26% para os 11,68 euros, enquanto o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] mantinha-se sem modificações nos 3,93 euros.

As acções da Impresa [IPR], que após começarem a sessão a perder 5,26%, seguiam com uma desvalorização mais amena de 1,58% para os 1,87 euros.

«A falta de liquidez e a confirmação da necessidade de um aumento de capital para a compra dos 33% na Abrilcontroljornal, está a castigar o papel, numa altura em que a liquidez resumia-se a 79 mil acções negociadas», disse Renato Rocha, operador do Atrium.pt, opinião partilhada na integra pelo operador do CIP Brokers.

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