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Bolsa nacional inverte tendencia e sobe impulsionada por PT, BCP e PTM

A bolsa nacional seguia a subir acompanhando a inversão das congéneres europeias que abriram em queda mas que estavam agora em terreno positivo. O PSI-20 avançava 0,29% impulsionado pela PT, BCP e PTM.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 29 de Abril de 2005 às 13:02
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A bolsa nacional seguia a subir acompanhando a inversão das congéneres europeias que abriram em queda mas que estavam agora em terreno positivo. O PSI-20 avançava 0,29% impulsionado pela PT, BCP e PTM.

O principal índice nacional cotava nos 7.635,43 pontos, com sete acções a subir, oito em queda e cinco inalteradas.

A Portugal Telecom [ptc] valorizava 1,29% para os 8,66 euros. A Assembleia Geral da operadora de telecomunicações portuguesa vai retomar os trabalhos hoje, não devendo haver surpresas na aprovação dos temas em discussão. Isto apesar de alguns terem levantado alguma polémica e não se saber em concreto se foi algum dos pontos da ordem de trabalhos que levou o Estado a pedir a suspensão da assembleia geral no passado dia 1 de Abril.

A participada PT Multimédia [ptm] subia 1,43% para os 18,44 euros. Os accionistas da PT Multimedia que detenham acções da empresa até hoje, vão receber um warrant por cada título detido, no dia 5 de Maio, sendo que os warrants vão negociar em bolsa entre 9 e 17 de Maio. Esta operação faz parte do programa de recompra de acções «share buyback» que a empresa está a realizar e foi hoje aprovado em Assembleia Geral, tal como o pagamento de um dividendo de 0,5 euros.

Apesar desta notícia já ser conhecida «relembrou os investidores» e por isso a empresa valorizava, explicou o operador da Probolsa, Francisco Guarmon.

O Banco Comercial Português [bcp] ganhava 0,48% para os 2,09 euros ao contrário do Banco BPI [bpin] que travava maiores subidas com uma queda de 0,95% para os 3,13 euros. O Banco Espírito Santo [besnn] avançava 0,23% para os 13,07 euros.

A Brisa [brisa] somava 0,49% para os 6,14 euros.

A Sonae SGPS [son] recuava 0,81% para os 1,23 euros. Francisco Guarmon explica que esta desvalorização, mesmo após as suas participadas terem apresentado resultados aplaudidos pelos analistas, tem a ver com duas coisas: primeiro com o «comprar no rumor e vender na notícia» e segundo com o facto de que a empresa tem recebido muitas recomendações de «compra» nos últimos tempos.

As empresas do grupo apresentaram ontem os resultados referentes ao primeiro trimestre, sendo que a Sonaecom registou lucros atribuíveis de 4,6 milhões de euros, no primeiro trimestre deste ano, face aos 235 mil euros conseguidos um ano antes. As acções da empresa subiam 1,32% para os 3,84 euros.

A Sonae Indústria – cujas acções seguiam inalteradas nos 5,17 euros - obteve resultados líquidos de 15 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, valor que compara com lucros de 1 milhão de euros no período homólogo de 2004.

A Cimpor [cimp] deslizava 0,69% para os 4,31 euros e a Media Capital perdia 1,29% para os 5,37 euros. NO restante sector «media», a Cofina – que paga hoje o dividendo e apresenta resultados do primeiro trimestre - caía 0,90% para os 3,30 euros e a Impresa subia 0,36% para os 5,51 euros. A Impresa anunciou que encetou negociações com vista a adquirir a totalidade do capital da Som Livre, uma companhia detida em 90% pelos brasileiros da Globo e que tem como actividade a produção e comercialização de produtos fonográficos.

A Altri somava 1,79% para os 1,14 euros depois de ter anunciado ontem que as vendas do grupo aumentaram 15% para os 36,7 milhões de euros no primeiro trimestre, revelou a empresa em comunicado, explicando que a Altri enquanto empresa reflecte apenas um mês em actividade (Março) durante o qual obteve lucros de 1,2 milhões de euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] seguia inalterada nos 2,10 euros no dia em que paga um dividendo de 9,2 cêntimos.

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