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Bolsa nacional mista com Impresa em máximos desde Março de 2001

A bolsa nacional seguia mista, com Impresa em máximos desde Março a tentar contrariar a queda do Banco Comercial Português. O PSI-20 perdia 0,05%, em linha com as quedas das bolsas europeias.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 26 de Novembro de 2004 às 10:38

A bolsa nacional seguia mista, com Impresa em máximos desde Março a tentar contrariar a queda do Banco Comercial Português. O PSI-20 perdia 0,05%, em linha com as quedas das bolsas europeias.

As praças europeias perdiam pressionadas pelas empresas que dependem das vendas nos EUA, devido à queda do dólar. Hoje o euro alcançou novo máximo histórico de 1,3329 dólares.

O PSI-20 desvalorizava 0,05% para os 7.598,68 pontos, com seis títulos a recuar, quatro a subir e dez inalterados.

A Impresa [ipr] seguia como o maior impulsionador do índice, a apreciar 4,65% para os 5,18 euros, depois de ter alcançado os 5,28 euros e atingido o máximo desde Março de 2001. A empresa realizou ontem o seu «Investor Day», onde avançou previsões para 2005 e confirmou as negociações para controlar 100% da SIC.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] desvalorizava 0,52% para os 1,91 euros. O Bank Millennium, banco polaco participado em 50% pelo Banco Comercial Português, quer vender os 10% que detém na seguradora PZU, uma posição que está foi avaliada em 1,6 mil milhões de zlotys (376 milhões de euros).

O Banco Espírito Santo (BES) [besnn] subia 0,3% para os 13,5 euros, enquanto o Banco BPI [bpin] seguia estável nos 3,09 euros.

À parte da Impresa, os títulos dos «media» recuavam, com a Media Capital [mcp] a perder 0,74% para os 5,35 euros e a Cofina [cofi] desvalorizava 0,8% para os 3,72 euros.

A Brisa [brisa] avançava 0,15% para os 6,53 euros. A Autostrade, maior concessionária europeia de auto-estradas, está a seguir atentamente o mercado português, centrando o seu interesse no modelo de negócio que será montado para proceder à introdução de portagens pagas nas auto-estradas lançadas em regime SCUT (sem cobrança ao utilizador).

A Energias de Portugal (EDP) [edp] seguia inalterada nos 2,26 euros. A eléctrica garantiu ontem a subscrição da totalidade das 656 milhões de acções representativas do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros. O período durante o qual os investidores poderiam dar ordens de compra das acções da empresa liderada por João Talone terminou ontem.

A Portugal Telecom (PT) [ptc] e a sua participada, PT Multimédia [ptm] também seguia sem variação nos 8,97 euros e nos 17,88 euros, respectivamente.

A Sonaecom [snc] ganhava 0,57% para os 3,54 euros. A empresa admite avançar para o negócio de televisão por cabo, oferecendo um serviço triplo, quando ocorrer a separação da rede de cabo da Portugal Telecom, disse Paulo Azevedo em entrevista ao «Semanário Económico», que diz ter a certeza absoluta que esta operação vai mesmo ocorrer.

Fora do PSI-20, a Novabase [nba] depreciava 0,33% para os 6,12 euros. A Caixagest – Técnica de Gestão de Fundos, do Grupo Caixa Geral de Depósitos, reforçou a sua posição no capital da Novabase para 5,07%, anunciou hoje a empresa liderada por Rogério Carapuça.

A Reditus [red] valorizava 1,67% para os 2,44 euros.

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