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Bolsa nacional segue estável; BCP sobe quase 2%

A bolsa nacional seguia pouco alterada com a subida de quase 2% do Banco Comercial Português a não ser suficiente para travar a influência da queda da Energias de Portugal no índice. O PSI-20 deslizava 0,02% com a Impresa e a Sonaecom a atingirem novos má

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 14 de Dezembro de 2004 às 12:44
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A bolsa nacional seguia pouco alterada com a subida de quase 2% do Banco Comercial Português a não ser suficiente para travar a influência da queda da Energias de Portugal no índice. O PSI-20 deslizava 0,02% com a Impresa e a Sonaecom a atingirem novos máximos.

O principal índice da bolsa nacional cotava nos 7.553,51 pontos com nove acções em queda, sete a subir e quatro inalteradas numa sessão com «baixa liquidez, baixa volatilidade, onde se evidenciam a Sonaecom e a Impresa, que mantêm a tendência das últimas sessões», segundo o operador Francisco Guarmon da Probolsa.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] ganhava 1,63% para os 1,87 euros, com cinco milhões de acções negociadas. Ontem o BCP foi alvo de uma passagem de um bloco de 24 milhões de acções a 1,80 euros às 8h3m da manhã, depois de na sexta-feira também se ter observado uma passagem de um bloco com 40,12 milhões de títulos negociados a 1,80 euros às 12h11m, uma situação considerada «normal» no final do ano.

O Banco Espírito Santo (BES) [besnn] seguia em sentido contrário, a perder 0,31% para 13,06 euros, bem como o Banco BPI [bpin] que caía 0,33% para os 3,02 euros.

A PT Multimédia [ptm] também impulsionava o índice, com uma subida de 0,23% para 17,74 euros, ao contrário da Portugal Telecom [ptc], que avançava 0,33% para os 9,20 euros.

A Gescartão [gct] apreciava 2,26% para os 10,84 euros. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) deverá tomar uma decisão sobre a obrigatoriedade de lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Gescartão já no final desta semana.

A Impresa [ipr] valorizava 0,37% para os 5,44 euros, depois de ter renovado o novo máximo de Março de 2001 nos 5,48 euros. O restante sector de «media» seguia com a Cofina [cofi] a perder 0,54% para 3,68 euros e com a Media Capital inalterada nos 5,20 euros.

A Sonaecom [snc] também alcançou hoje novo máximo desde Maio de 2001 nos 3,94 euros. A empresa fez alterações no serviço «Optimus Home» para que este pudesse ser aprovado pela Anacom. A entidade reguladora aceitou as mudanças, o que é considerado pelos analistas do BPI com um impacto «positivo».

A Energias de Portugal [edp] seguia como o título que mais pressionava o índice, com uma desvalorização de 0,45% para os 2,22 euros. A eléctrica tenciona exercer a opção de compra dos 20% da Turbogás detidos pela International Power, anunciou ontem a eléctrica. O investimento nesta operação será de 55,6 milhões de euros.

Os preços de electricidade praticados em Portugal são mais caros do que em Espanha, tanto para os consumidores domésticos como para os industriais, segundo um estudo realizado pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. A conclusão da ERSE coincide com um estudo da EDP apresentado no final de Novembro.

A Brisa [brisa] também pressionava, corrigindo dos ganhos de ontem, com um deslize de 0,30% para os 6,64 euros.

A Euronext Lisboa irá anunciar a partir de hoje a nova composição do PSI20, que entrará em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2005. A Reditus, que é vista como uma das entradas no PSI-20, subia 0,73% para 2,75 euros. A empresa duplicou o seu valor de mercado em pouco mais de 11 meses.

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