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Bolsa nacional sobe 0,92% (act)

A bolsa nacional valorizou 0,92%, acompanhando a tendência europeia, no dia em que registou a segunda sessão com mais volume negociado em todo o ano, devido a uma passagem na Portucel e à reacção dos investidores ao financiamento da Sonae SGPS.

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As acções da Sonae SGPS valorizaram mais de 10% na sessão de hoje, tendo atingido o valor máximo em mais de um ano, depois da «holding» de Belmiro de Azevedo ter anunciado ontem que irá encaixar 280 milhões com a venda de 49,9% do Fundo Sierra, fundo de investimento imobiliário recém-criado.

Os títulos da empresa [SON] fecharam noa 0,52 euros, tendo tocado no máximo de 0,54 euros, um valor que não era atingido, em termos de fecho, desde 12 de Agosto de 2002. A subida no final da sessão foi de 10,64%, tendo sido negociados 36,05 milhões de títulos.

Na banca, as acções do BCP [BCP] subiram hoje a um máximo de 2,79% para os 1,84 euros, o valor mais alto desde 27 de Janeiro deste ano, com os operadores a continuarem a apontar o «road show» e a iminência da venda da unidade de seguros como o principal suporte para o papel.

Foram negociados 11,26 milhões de acções, com o título a tocar o valor mais alto em mais de sete meses. Os títulos do banco ganharam 0,56%, para 1,80 euros.

A EDP terminou inalterada nos 1,97 euros, depois da Espírito Santo Research (ESR) ter previsto hoje que a Electricidade de Portugal (EDP) reporte uma mais-valia de 18,7 milhões de euros, com a venda de 3% do capital da Iberdrola.

A EDP [EDP] alienou os últimos 1,89% que detinha na companhia espanhola Iberdrola, por 246,202 milhões de euros à Bancaja – Caja de Ahorros de Valência, Castellõn y Alicante, saindo definitivamente da congénere espanhola.

A 26 de Setembro último a EDP vendeu ao Banco Bilbao Viscaya Argentaria (BBVA) 1,1% do capital da Iberdrola por 153,9 milhões de euros. Nas duas vendas, a EDP encaixou um total de 400,102 milhões de euros.

A Portugal Telecom [PTC] subiu 2,8%, para 6,98 euros, a cotação mais alta desde 8 de Abril passado, tendo sido negociados 6,55 milhões de acções. A operadora acompanhou a tendência das congéneres europeias. A Deutsche Telekom somava 0,32%, a Telefónica valorizou 0,99%, enquanto a France Télécom registou um salto de 4,2%.

A Impresa [IPR] subiu 1,82% para 2,8 euros, depois da participada SIC ter anunciado que manteve a liderança nas audiências no mês de Setembro, com mais 1,3 pontos percentuais do que a TVI, o seu rival mais directo.

O mês de Setembro marcou a estreia de novos programas na SIC, como os «Ídolos», «que tornou-se, de imediato, o programa mais visto da televisão portuguesa», revelou a empresa em comunicado.

As acções da ParaRede [PARA] valorizaram 5,26%, ou 1 cêntimo para 0,20 euros. Os resultados líquidos da empresa de tecnologias de informação registaram uma melhoria de 42% nos primeiros seis meses do ano, para 8,5 milhões de euros.

O presidente Paulo Ramos aunciou ontem em conferência de imprensa que estima um crescimento de 20% nas vendas nos próximos dois anos e uma margem de EBITDA de «dois dígitos», contra os actuais 4,5%.

Em sentido contrário, o grupo Jerónimo Martins [JMAR] encerrou a perder 0,44%, para 6,73 euros, depois de ontem a moeda polaca ter atingido um mínimo de 4,6002 zlotys por euro. A segunda distribuidora nacional obtém cerca de 25% das vendas totais na Polónia.

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