Bolsa Bolsa nacional sobe mais de 1% à boleia da Galp e JM

Bolsa nacional sobe mais de 1% à boleia da Galp e JM

A bolsa nacional está a acentuar a valorização registada no arranque da sessão, impulsionada pelos títulos da Galp Energia e da Jerónimo Martins. Entre as restantes praças europeias, o sentimento é também de ganhos.
Bolsa nacional sobe mais de 1% à boleia da Galp e JM
Bloomberg
Ana Laranjeiro 30 de março de 2016 às 11:25

A bolsa de Lisboa está a acentuar a valorização registada no arranque da sessão. O PSI-20 soma 1,40% para 5.116,19 pontos, com 14 cotadas em alta, duas em queda e duas inalteradas. Entre as restantes praças europeias, o sentimento é também de ganhos. O principal índice grego lidera as valorizações no Velho Continente ao somar 3,85%, seguido do francês CAC 40 que avança 1,67%. O Stoxx 600, índice de referência, soma 1,21%.

As principais praças do Velho Continente estão a ser impulsionadas pela garantia da presidente da Reserva Federal norte-americana, Janet Yellen, de que a subida dos juros no país será gradual.  

Por cá, destaque para as acções da Galp Energia e da Jerónimo Martins. Os títulos da petrolífera valorizam 3,47% para 11,33 euros, isto numa altura em que os preços do petróleo estão a subir nos mercados internacionais, recuperando das perdas recentes. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, soma 1,38% para 39,68 dólares por barril.

Ainda no sector energético, a EDP cresce 1,23% para 3,121 euros e a EDP Renováveis  sobe 0,34% para 6,716 euros. A REN aprecia 0,35% para 2,88 euros.

A Jerónimo Martins cresce 2,08% para 14,45 euros. Ainda neste sector, a Sonae aprecia 2,32% para 1,057 euros.

Na banca, o BCP cresce 0,50% para 4,01 cêntimos. O Negócios na edição desta quarta-feira avança que o BCP está a avaliar alternativas que lhe permitam entrar na corrida à compra do Novo Banco. A equipa de Nuno Amado está consciente de que é muito difícil obter luz verde de Bruxelas. Mas admite pedir autorização, o que ainda não aconteceu.  

Além disso, e no que diz respeito à fusão das acções, o Negócios escreve que o banco quer sair do grupo das chamadas "acções de cêntimos" e dar maior estabilidade aos títulos. Para os analistas, a operação traz vantagens mas também desvantagens. No longo prazo, contudo, o balanço será favorável para o BCP.

O BPI valoriza 2,57% para 1,235 euros, enquanto a Nos cresce 0,93% para 5,96 euros.

No sector da pasta e do papel, a Semapa soma 2,40% para 11,53 euros, a Portucel cresce 0,30% para 3,296 euros. A Altri aprecia 0,26% para 3,905 euros.




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