Bolsa Bolsa nacional soma mais de 1% à boleia da JM e Nos

Bolsa nacional soma mais de 1% à boleia da JM e Nos

A bolsa de Lisboa está a subir mais de 1%, impulsionada pelos títulos da Jerónimo Martins e da Nos, e acompanha o sentimento positivo das restantes praças europeias.
Bolsa nacional soma mais de 1% à boleia da JM e Nos
Bloomberg
Ana Laranjeiro 17 de fevereiro de 2016 às 09:59

A bolsa nacional está a acentuar os ganhos registados no arranque da sessão. O PSI-20 soma 1,09% para os 4.682,87 pontos, com 14 cotadas em alta e três em queda. Entre as restantes praças europeias, a cor dominante é o verde. O principal índice grego, o FTASE, lidera os ganhos no Velho Continente ao somar 1,39%. O francês CAC 40 é o segundo que mais valoriza, apreciando 1,28%. O Stoxx 600, índice de referência, sobe 0,78%.

Este comportamento das praças europeias tem lugar numa altura em que os investidores estão a incorporar resultados acima do esperado de cotadas como o Crédit Agricole e Schneider Electric. O banco francês revelou esta quarta-feira que vai vender as suas participações em cerca de três dezenas de bancos regionais. O Crédit Agricole revelou ainda que os lucros subiram 28% no quarto trimestre para 882 milhões de euros. Os títulos do banco na bolsa de Paris estão a reflectir estas notícias, crescendo 8,96% para 9,135 euros.

As acções da também francesa Schneider Electric estão a subir 8,27% para 52 euros depois da empresa ter anunciado, segundo o Financial Times, que pretende alargar o seu programa de recompra de acções.

Por cá, destaque para as acções da Jerónimo Martins e da Nos. A retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos avança 1,64% para 12,675 euros. Ainda no retalho, a Sonae cede 0,11% para 87 cêntimos.

A Nos cresce 2,36% para 5,943 euros. A Pharol, que comunicou ontem à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários que nos dias 12, 15 e 16 de Fevereiro de 2016 comprou acções próprias, dispara 6,73% para 23,8 cêntimos.

Na banca, o BCP valoriza 1,52% para 3,35 cêntimos. O banco liderado por Nuno Amado revelou esta terça-feira que quer recomprar dívida, propondo aos investidores de três emissões a compra dos títulos. No entanto, limita o montante a desembolsar a 300 milhões de euros. A operação visa optimizar a estrutura de capital do BCP. Os analistas do CaixaBI consideram que a recompra obrigações tem como missão "transmitir mensagem positiva".

O BPI valoriza 3,27% para 1,041 euros. O Negócios na edição desta quarta-feira escreve que o limite de votos no BPI matou OPA mas deve ser arma negocial. Desde Junho, o limite de votos no BPI matou a OPA do CaixaBank e chumbou a cisão do BFA. A pensar na concentração bancária, Ulrich propôs desblindar estatutos. Fim do limite de votos deve ser arma na negociação com Isabel dos Santos. Além disso, a cisão dos activos africanos foi a solução para o problema em Angola que o BCE aceitou, adianta o Negócios.

Na energia, a EDP soma 0,72% para 2,807 euros. A REN cresce 0,78% para 2,575 euros. Já a Galp Energia cede 0,05% para 10,50 euros, isto numa altura em que os preços do petróleo estão a subir nos mercados internacionais. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, soma 0,84% para 32,45 dólares por barril. A EDP Renováveis desliza 0,08% para 6,379 euros.


No sector da pasta e do papel, a Semapa cresce 2,18% para 10,785 euros. A Semapa comprou 61.487 acções próprias em bolsa, passando a deter 0,330% do capital social, de acordo com um comunicado enviado esta terça-feira ao regulador do mercado de capitais. A Portucel soma 0,91% para 2,89 euros. A Altri avança 1,44% para 3,242 euros.




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