Bolsa Bolsa nacional valoriza mais de 1,5% impulsionada pela Galp

Bolsa nacional valoriza mais de 1,5% impulsionada pela Galp

A praça lisboeta negociou em terreno positivo numa sessão em que se apreciou acima de 1,5% apoiada pelos ganhos obtidos pela Galp Energia, que somou quase 7%, e da Jerónimo Martins, que avançou quase 1%.
Bolsa nacional valoriza mais de 1,5% impulsionada pela Galp
Miguel Baltazar/Negócios
David Santiago 12 de fevereiro de 2016 às 16:45

O PSI-20 encerrou a sessão desta sexta-feira, 12 de Fevereiro, a subir 1,66% para 4.534,63 pontos, com 13 cotadas a negociar em alta e quatro em queda, num dia em que os juros da dívida pública portuguesa estão a descer em todas as maturidades. Apesar da subida desta sexta-feira, a praça lisboeta acumulou na semana uma desvalorização de 7,63%, a segunda semana consecutiva a acumular perdas depois de ter desvalorizado 3,09% na semana passada. 

 

O principal índice nacional também seguiu a tendência registada pela generalidade das principais praças europeias, que beneficiou da recuperação conseguida pelo sector financeiro do Velho Continente. O Commerzbank contribuiu para esta recuperação, depois de ter registado lucros de mil milhões de euros em 2015 e de ter anunciado a primeira distribuição de dividendos desde 2007.

 

Num dia marcado pelo regresso de maior optimismo à praça lisboeta, a Galp Energia destacou-se como a cotada que mais contribuiu para os ganhos do PSI-20. A petrolífera nacional valorizou 6,97% para 10,27 euros, seguindo a tendência de fortes ganhos do preço do petróleo nos mercados internacionais.

 

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, está a subir 10,84% para 29,05 dólares por barril, recuperando dos mínimos de quase 13 anos ontem registados, acompanhado também pelo Brent que em Londres segue a ganhar 8,88% para 32,73 dólares.

 

Nota de destaque ainda para a Jerónimo Martins que acabou a última sessão desta semana a avançar 0,91% para 12,155 euros. Ainda no retalho, a Sonae subiu 0,79% para 0,888 euros, já depois de ter transaccionado nos 0,88 euros, o valor mais baixo registado pelo grupo nortenho desde Setembro de 2013.

 

A última sessão da semana sorriu particularmente ao sector energético, com a EDP Renováveis a ganhar 0,75% para 6,317 euros, e a EDP a somar 0,92% para 2,745 euros, numa sessão em que a cotada liderada por António Mexia chegou a tocar em mínimos de Janeiro de 2014 ao tocar nos 2,702 euros.

 

Sentimentos distintos nos sectores da banca e da construção. Se o BPI acabou a semana a valorizar 2,03% para 0,954 euros, o BCP terminou o dia a perder 2,99% para 0,0325 euros.

 

Na construção, a Mota-Engil cresceu 5,50% para 1,38 euros e a Teixeira Duarte deslizou 4,29% para 0,268 euros num dia em que a empresa voltou a registar mínimos ao negociar nos 0,252 euros, o valor mais baixo desde Novembro de 2012.


(Notícia actualizada às 16:51)




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