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Bolsa sobe quase 1% e acompanha ganhos da Europa

Dados positivos das principais potências europeias animam bolsas do Velho Continente.

Rita Dias Baltazar rbaltazar@negocios.pt 14 de Agosto de 2012 às 10:10
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O PSI-20 segue a tendência das principais praças europeias e valoriza 0,83% para 4859,70 pontos, com 13 cotadas em alta, três em baixa e duas a negociar inalteradas.

Na Alemanha o DAX valoriza 1,23% para 6994,53 pontos.

A economia alemã abrandou menos que o esperado, tendo registado um PIB de 0,3%, devido às exportações e ao consumo privado.

Em França, o CAC40 sobe 0,76% para 3452,47 pontos a reflectir a notícia de que o investimento público evitou aquela que seria a primeira contracção trimestral em mais de três anos.

O PIB francês ficou inalterado face ao primeiro trimestre do ano. As previsões apontavam para uma contracção de 0,1%.

A contribuir para a subida do PSI-20 está a Galp Energia que sobe 3,07% para 11,915 euros, depois de a empresa ter informado que é de "boa qualidade" o petróleo do prospecto Carcará, em águas ultra-profundas do pré-sal da Bacia de Santos.

A Portugal Telecom segue em terreno positivo com um ganho de 0,71% para 3,53 euros por acção.

Em alta seguem também os títulos da Jerónimo Martins, BES e BCP. A proprietária do Pingo Doce valoriza 0,99% para 13,62 euros. Na banca, o BCP avança 1,05% para 0,10 euros e o BES ganha 0,39% para 0,52 euros. O BPI permanece inalterado nos 0,54 euros.

No sector da energia a EDP Renováveis valoriza 0,81% para 2,61 euros e a REN sobe 0,51% para 1,98 euros.

A negociar no vermelho está a EDP que desliza 0,05% para 1,94 euros. A Altri recua 0,26% para 1,13 euros e a Sonaecom cede 0,16% para 1,21 euros por acção.

Fora do PSI-20 a Brisa perde 4,78% para 1,99 euros registando um novo mínimo histórico.
A cotada liderada por José de Mello chegou a perder 10,78% para 2,07 euros, prolongando as perdas de mais de 15% registadas na sexta-feira.

A pressionar o valor das acções da Brisa está o resultado da oferta pública de aquisição da Tagus Holdings sobre a concessionária de auto-estradas. Na quinta-feira, José de Mello anunciou que a "holding" adquiriu 211.659.680 acções das 255.523.722 acções que se tinha proposto a comprar.

Adquiriu assim 82,8% da concessionária e ficou com 85% da concessionária, mas os seus direitos de voto correspondem a mais de 90% da cotada.
Este resultado impediu a Tagus de avançar com uma OPA potestativa sobre as restantes acções da Brisa, mas permite-lhe pedir que lhe seja retirado o estatuto de sociedade aberta sem ser necessário marcar uma assembleia-geral de accionistas, nem adquirir os cerca de 7% de acções da Brisa que estão na posse de accionistas minoritários.
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