Bolsa Bolsas dos EUA sobem e aproximam-se de máximos com Fed, BCE e Trump a animar

Bolsas dos EUA sobem e aproximam-se de máximos com Fed, BCE e Trump a animar

As bolsas dos EUA fecharam com ganhos de 1%, a beneficiar do aparente alívio da guerra comercial e da expectativa em torno da reunião da Reserva Federal (Fed), que termina amanhã.
Bolsas dos EUA sobem e aproximam-se de máximos com Fed, BCE e Trump a animar
Reuters
Sara Antunes 18 de junho de 2019 às 21:06

As novidades sobre as conversações EUA/China, na esfera comercial, e a abertura do Banco Central Europeu (BCE) para implementar mais medidas de estímulos e cortar juros na Zona Euro animaram a negociação bolsista desta terça-feira. Um dia antes de terminar a reunião da Reserva Federal (Fed), com os investidores a esperarem que sejam deixados sinais sobre o futuro da política monetária dos EUA.

 

Apesar de nesta reunião não se prever qualquer mudança na política de juros ou de estímulos, espera-se que sejam deixadas pistas. E as pistas desejadas pelos investidores são de corte de juros do outro lado do Atlântico.

 

O Dow Jones subiu 1,35% para 26.465,81 pontos, o Nasdaq avançou 1,39% para 7.953,88 pontos e o S&P500 apreciou 0,97% para 2.917,75 pontos. A Reuters realça que o S&P500 já acumula uma subida de 6% só este mês e que está a cerca de 1% do máximo histórico atingido no início de maio.

 

O presidente dos EUA revelou que as equipas norte-americanas e chinesas já estão em negociações, em antecipação da reunião que irá realizar-se na próxima semana. Donald Trump revelou que teve uma "conversa muito boa ao telefone" com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, e antecipou uma reunião "aprofundada" a ser realizada na próxima semana, durante a cimeira do G-20.

 

A contribuir para os ganhos das bolsas estiveram cotadas como a Apple, que apreciou 2,35% para 198,45 dólares, a Amazon, que ganhou 0,81% para 1.901,37 dólares, e a Microsoft, que subiu 1,74% para 135,16 dólares.

 

Destaque também para a Boeing, que disparou mais de 5% para 373,96 dólares, depois de ter anunciado que recebeu uma encomenda de aviões 737 MAX avaliada em mais de 24 mil milhões de dólares, a preços de tabela. A notícia foi bem recebida depois deste aparelho ter estado no centro de dois acidentes mortais de aviação.




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