Bolsa Bolsas dos EUA sobem mais de 1% após dados económicos

Bolsas dos EUA sobem mais de 1% após dados económicos

O Dow Jones fechou em máximos de 2007, num dia em que os principais índices bolsistas dos EUA valorizaram mais de 1%.
Bolsas dos EUA sobem mais de 1% após dados económicos
Sara Antunes 27 de fevereiro de 2013 às 21:19

O Dow Jones subiu 1,26% para 14.075,37 pontos, atingindo o valor mais elevado desde Outubro de 2007. O Nasdaq avançou 1,04% para 3.62,257 pontos e o S&P500 cresceu 1,40% para 1.517,89 pontos.

 

A contribuir para a subida dos índices esteve a divulgação de um aumento de 4,5% do índice de vendas de casas em segunda-mão, quando os economistas previam um acréscimo de 1,9%.

 

Além disso, o Departamento do Comércio dos EUA revelou que, apesar das encomendas de bens duradouros terem caído mais do que o esperado, em Janeiro, reflectindo a maior descida de encomendas por equipamentos de defesa da última década, excluindo o segmento de transporte as vendas registaram o maior acréscimo do último ano.

 

A Bloomberg realça que o facto dos juros implícitos nas obrigações italianas estarem a cair, a reflectir alguma acalmia em relação aos receios provocados pelos resultados das eleições, também está a contribuir para a subida das bolsas americanas.

 

As acções da FedEx subiu 2,50% para 105,74 dólares, reagindo assim aos dados económicos que apontam para uma recuperação da economia americana.

 

A Priceline, a maior agência de viagens online por valor de mercado, subiu 2,57% para 695,91 dólares depois de ter anunciado lucros acima do esperado, com as receitas provenientes de fora dos EUA a justificarem a diferença.

 

Do lado oposto esteve a Apple, que perdeu 0,98% para 444,57 dólares, no dia em que se realizou a reunião anual de accionistas. O presidente executivo, Tim Cook, afirmou estar em negociações “muito, muito atractivas” sobre o dinheiro disponível na empresa. Contudo, os investidores ficaram sem saber o que está o CEO da fabricante do iPhone a pensar fazer, o que acabou por penalizar as acções, numa altura em que Tim Cook tem sido pressionado a distribuir pelos investidores parte dos 137,1 mil milhões de dólares disponíveis no balanço através de dividendos ou novas acções preferenciais.




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