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Bolsas norte-americanas fecham no vermelho à espera de dados do emprego

Um dia antes de serem divulgados os dados do emprego relativos a setembro, as bolsas norte-americanas fecharam o segundo dia consecutivo de perdas.

Vários bancos estão a antecipar-se ao agravamento nos custos de financiamento em mercado. Citigroup e JPMorgan deverão estar entre os emitentes mais ativos nos EUA.
Shannon Stapleton/Reuters
Sílvia Abreu silviaabreu@negocios.pt 06 de Outubro de 2022 às 21:21
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As bolsas norte-americanas fecharam a negociação em terreno negativo, um dia antes de serem divulgados os dados sobre a criação de postos de trabalho em setembro. Um dado crucial para perceber o estado da economia norte-americana, e pelo qual os investidores se guiam para tentar antever qual o próximo passo da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed). 

Além da ansiedade quanto a esses dados, a garantia da autoridade monetária de que continua focada em reduzir a inflação através do aumento das taxas de juro, empurrou o "benchmark" S&P 500 para o segundo dia consecutivo de perdas, beneficiando o dólar e a "yield" da dívida soberana. 

O S&P 500 cedeu 1,02% para 3.744,52 pontos, enquanto o industrial Dow Jones recuou 1,15% para 29.926,94 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite caiu 0,68% para 11.073,31 pontos. 

Os mercados financeiros acreditam que há grande probabilidade de a Fed anunciar um quarto aumento consecutivo de 75 pontos base na reunião de novembro.

Brian Belski, estratega responsável pelo investimento na BMO Capital Markets, acredita que as bolsas norte-americanas "deverão manter-se voláteis num futuro próximo, enquanto os mercados continuam preocupados com a elevada inflação, a política monetária mais restrita, os problemas nas cadeias de fornecimento, o crescimento económico e incerteza geopolítica".
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