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Bolsas dos EUA encerram a valorizar (act.)

As bolsas norte-americanas encerraram hoje a valorizar, impulsionadas pelo sector tecnológico, com a Intel a liderar os ganhos, depois de um analista da Lehman Brothers ter afirmado que a maior fabricante mundial de semicondutores poderá ser mais rentável

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 21 de Dezembro de 2004 às 21:16
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As bolsas norte-americanas encerraram hoje a valorizar, impulsionadas pelo sector tecnológico, com a Intel a liderar os ganhos, depois de um analista da Lehman Brothers ter afirmado que a maior fabricante mundial de semicondutores poderá ser mais rentável em 2005. O Dow Jones avançou 0,92% enquanto o Nasdaq ganhou 1,08%.

O Dow Jones [indu] avançou 0,92%, para 10.759,43 pontos – o nível mais elevado desde Junho de 2001 – impulsionado pelo ganho de 2,08% da Caterpillar, para 96,31 dólares. O Nasdaq [ccmp] ganhou 1,08%, para 2.150,91 pontos.

A Intel ganhou hoje 3,48%, para 23,49 dólares. Um analista da Lehman Brothers escreveu hoje num «research» que a margem bruta da maior fabricante de semicondutores poderá melhorar a partir do primeiro semestre do próximo ano, revendo em alta a recomendação para as acções da companhia, de «equal weight» para «overweight».

A Microsoft ganhou 0,45%, para 27,07 dólares, enquanto a General Electric apreciou 0,16%, para 37,17 dólares, impulsionando igualmente o índice Dow Jones.

A Pfizer avançou 2,80%, para 24,97 dólares. Um estudo da responsabilidade do governo norte-americano demonstrou que o analgésico Celebrex, da maior farmacêutica mundial, não aumenta o risco de ataques cardíacos. Um outro estudo recente tinha alertado para esse eventualidade, o que poderia levar a companhia a retirar o Celebrex do mercado, repetindo o desaire da rival Merck, que teve de suspender este Verão a comercialização do conhecido Vioxx. As acções da Merck avançaram 1,24%, para 31,90 dólares.

A Morgan Stanley apreciou 1,92%, para 54,68 dólares. A empresa aumentou os lucros em 18% do quarto trimestre fiscal. Os resultados líquidos ascenderam a 1,2 mil milhões de dólares (896 milhões de euros), ou 1,09 dólares por acção, nos três meses terminados em Novembro, face a mil milhões de dólares (746,99 milhões de euros) arrecadados no mesmo período do ano passado. As receitas cresceram 7% em termos homólogos para 5,4 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros), valor igual ao registado no terceiro trimestre. A rival Bear Stearns, que também apresentou resultados hoje, caiu 1,42%, para 103,02 dólares.

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