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Bolsas dos EUA registam o maior ganho dos últimos cinco anos em dois dias

Os principais índices norte-americanos encerraram a valorizar mais de 2%, depois de ontem terem subido mais de 1,5%. Neste últimos dois dias, as bolsas acumularam as maiores subidas dos últimos cinco anos. A animar a negociação esteve a especulação em tor

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 28 de Novembro de 2007 às 21:21
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Os principais índices norte-americanos encerraram a valorizar mais de 2%, depois de ontem terem subido mais de 1,5%. Neste últimos dois dias, as bolsas acumularam as maiores subidas dos últimos cinco anos. A animar a negociação esteve a especulação em torno de um novo corte da taxa de juro nos EUA.

O Dow Jones [indu] subiu 2,56% para os 13.290,02 pontos, acumulando em dois dias um ganho de 4,3%, o que representa a maior subida em dois dias desde 2002. O Nasdaq [ccmp] cresceu 3,18% para 2.662,91 pontos, acumulando uma subida de 4,8% em dois dias, o valor mais elevado desde 2002.

Os mercados bolsistas reagiram em alta à especulação de um novo corte de juros por parte da Reserva Federal (Fed) dos EUA, isto depois de declarações do vice-presidente da autoridade monetária norte-americana e da divulgação do livro bege da Fed.

O vice-presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Donald Kohn, afirmou que a "turbulência elevada deve persistir" e nesse caso deverá verificar-se um "possível aumento do aperto das condições financeiras para as famílias e empresas" disse Donald Kohn num discurso no Conselho de Relações Externas, em Nova Iorque, citado pela Bloomberg.

E no Livro Bege da Fed, foi revelado que "a economia nacional continuou a expandir-se durante o período de Outubro até meados de Novembro mas a um mais ritmo reduzido".

O relatório da Fed e as declarações de Donald Kohn reflectem um aumento dos riscos para o crescimento económico norte-americano e em consequência a possibilidade da autoridade monetária optar por novos cortes das taxas de juro.

A Fed já desceu por duas vezes o preço do dinheiro norte-americano de 5,25% para os actuais 4,5% para travar o impacto da crise de crédito de elevado risco na economia dos EUA, tentando evitar uma recessão económica.

Hoje, as cotadas encerraram em alta acentuada, a reflectirem a especulação em torno de novas reduções de juros nos EUA.

A banca foi um dos sectores que mais se destacou, com títulos como o Citigroup, a Lehman Brothers, a Goldman Sachs e a Morgan Stanley a fecharam a subir mais de 5%.

O Citigroup avançou 6,68% para os 32,28 dólares, a Merrill Lynch ganhou 8,55% para os 57,61 dólares, a Lehman Brothers subiu 8% para os 64,69 dólares, a Goldman Sachs cresceu 6,65% para os 227,52 dólares e a Morgan Stanley avançou 7,41% para os 53,49 dólares.

1 euro = 1,4831 dólares

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