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Bolsas dos EUA seguem a cair penalizadas por alta do petróleo

As bolsas norte-americanas seguiam a recuar, penalizadas por uma nova subida do preço do petróleo nos mercados internacionais. O Dow Jones recuava 0,43% e o Nasdaq perdia 0,41%.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 25 de Outubro de 2004 às 15:14

As bolsas norte-americanas seguiam a recuar, penalizadas por uma nova subida do preço do petróleo nos mercados internacionais, reavivando preocupações com o crescimento económico e com a evolução dos lucros das empresas. O Dow Jones recuava 0,43% e o Nasdaq perdia 0,41%.

O Dow Jones [indu] seguia a cair 0,43%, para 9.716,00 pontos, enquanto o Nasdaq [ccmp] deslizava 0,41%, para 1.907,38 pontos.

O contrato futuro de crude atingiu um novo máximo, nos 55,67 dólares (43,88 euros), em Nova Iorque, avançando 0,94% face ao valor de sexta-feira, enquanto em Londres, os futuros do ‘brent’ atingiram o novo recorde ‘intraday’ de 51,90 dólares (40,91 euros) por barril, valorizando 1,27%.

A American Express, cujos resultados trimestrais são hoje divulgados, recuava 0,02%, para 51,72 dólares (40,91 euros). Os analistas da Thomson Financial prevêem que as companhias que compõem o índice Standard & Poor’s 500 registem, em média, um crescimento dos lucros de 10,7% em 2005, por comparação com um aumento de 18,7% este ano.

A Kellog e a Hilton Hotels, que também apresentam resultados hoje, tinham comportamentos distintos. Enquanto a fabricante de flocos de cereais avançava 2,38%, para 43,42 dólares (34,23 euros), enquanto a gestora da cadeia de hotéis 1,23%, para 19,27 dólares (15,19 euros).

A Boeing deslizava 2,20%, para 48,40 dólares, depois do diário «Wall Street Journal» ter noticiado que a maior fabricante aeronáutica dos EUA enfrenta uma investigação por parte do Pentágono e do Congresso daquele país, para averiguar da possibilidade da companhia ter tido acesso prévio ao programa de modernização do Exército norte-americano, plano avaliado em 100 mil milhões de dólares (78,83 euros).

A Kimberly-Clark, a maior fabricante de fraldas descartáveis dos EUA, recuava 2,71%, para 61,35 dólares (48,36 euros), depois da companhia ter anunciado hoje que os lucros trimestrais aumentaram para 89 cêntimos, menos que os 90 cêntimos esperados pela Thomson Financial.

Já a Texas Instruments avançava 1,52%, para 22,65 dólares (17,85 euros), depois dos analistas da Smith Barney terem revisto em alta as recomendações para nove fabricantes de semicondutores com sede nos EUA, além de seis outros baseados na Europa e na Ásia.

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