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Bolsas dos EUA seguem em queda condicionadas pela General Motors

As bolsas dos EUA seguiam em queda,depois da General Morors ter reduzido a sua previsão de lucros para 2004 e de departamento do Comércio ter anunciado que em Setembro se verificou o segundo maior défice comercial da história daquele país. O Dow Jones seg

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 14 de Outubro de 2004 às 15:25
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As bolsas dos EUA seguiam em queda,depois da General Morors ter reduzido a sua previsão de lucros para 2004 e de departamento do Comércio ter anunciado que em Setembro se verificou o segundo maior défice comercial da história daquele país. O Dow Jones seguia em queda de 0,17%, enquanto o Nasdaq recuava 0,09%.

O Dow Jones [indu] recuava 0,17%, para os 9.985,15 pontos enquanto o Nasdaq [ccmp] deslizava 0,09%, para 1.918,85 pontos.

O défice comercial dos EUA cresceu em Agosto para 54 mil milhões de dólares (43,75 mil milhões de euros), o segundo maior valor da sua história, com as importações do petróleo a atingirem os níveis mais elevados de sempre e as exportações a caírem.

O défice da balança comercial cresceu 6,9% face a 50,5 mil milhões de dólares (40,91 mil milhões de euros) atingidos no mês de Julho, anunciou hoje o Departamento do Comércio.

A General Motors recuava 5,35%, para 39,09 dólares (31,58 euros), depois de ter anunciado que os lucros deste ano serão entre seis e 6,5 dólares, com exclusão de itens extraordinários. A companhia tinha previsto anteriormente lucrar sete dólares por acção. A fabricante automóvel anunciou igualmente que vai reduzir 12 mil postos de trabalho na Europa, o equivalente a um quinto da sua força laboral na região.

A United Technologies caía 0,64%, para 89,92 dólares (72,65 euros), enquanto a Novellus Systems recuava 6,44%, para 25,15 dólares (20,32 euros). Esta fabricante de semicondutores anunciou hoje que as vendas do quarto trimestre deverão recuar face ao terceiro.

Já a Apple Computer avançava 9,11%, para 43,37 dólares (35,04 euros), depois da fabricante de «software» ter anunciado que os lucros mais que duplicaram no quarto trimestre do exercício.

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