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Bolsas europeias caem mais de 1% com queda da produção industrial na Alemanha

As Bolsas europeias fecharam em queda, com desvalorizações superiores a 1%, depois da divulgação do recuo da produção industrial e subida do desemprego na Alemanha, onde o DAX acumulava uma descida de 1,45%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 09 de Julho de 2002 às 17:34
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As Bolsas europeias fecharam em queda, com desvalorizações superiores a 1%, depois da divulgação do recuo da produção industrial e subida do desemprego na Alemanha, onde o DAX acumulava uma descida de 1,45%. Em Paris, as acções da Alcatel recuaram 2,2%.

O DJ Stoxx 50 regrediu pela segunda sessão sucessiva, cedendo 1,22% a marcar 3.035,41 pontos, pressionado pelas empresas alemãs SAP e Siemens que caíam ambas mais de 4%.

Em Frankfurt, o DAX [DAX] depreciava 1,45% para os 4.377,77 pontos, depois do Governo ter anunciado que a produção industrial em Maio caiu 1,3%, enquanto que o desemprego subiu para o valor mais alto em mais de três anos.

A Deutsche Telekom crescia 8,5% para os 11,50 euros, depois do «Financial Times» ter noticiado que a operadora germânica está a ponderar vender a sua unidade de tecnologias de informação, com vista à redução do seu nível de endividamento.

O IBEX35 [IBEX] espanhol caiu 1,91% a cotar nos 6.997,70 pontos, pressionado pelos três papéis com maior ponderação no índice. A Telefónica caiu 3,2%, o Santander Central Hispano (SCH) 3,6% e o Banco Bilbao Viscaya Argentaria (BBVA) 3,2%.

Em Paris, o CAC40 [CAC] decresceu 1,02% para os 3.819,01 pontos, pressionado pela descida da Alcatel que caiu 2,2% para os 6,55 euros, após a agência Moodys ter baixado a notação da dívida do fabricante de telefones móveis gaulês. A Orange e a France Telecom desceram 4,3% e 4,7%, respectivamente.

Na praça de Amsterdão, o AEX resvalou 1,06% para terminar o dia nos 429,30 pontos, e os dois papéis mais procurados do dia, a Philips e a Royal Dutch, acumularam desvalorizações de 1,25% e 1,04%, respectivamente.

O FTSE [UKX] regrediu 1,27% para os 4.542,90 pontos, condicionado pela queda de 8% do fabricante de «software» Sage e pela desvalorização superior a 3,5% das seguradoras Aviva e Prudential.

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