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Bolsas europeias descem mais de 1% pressionadas pelo sector do turismo

Os principais índices europeus estão em queda pela segunda sessão, pressionados pelas empresas relacionadas com o turismo, como hotéis e companhias aéreas. Estas cotadas continuam a sofrer os efeitos da quebra de confiança decorrente dos atentados terroristas.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 24 de Novembro de 2015 às 10:51
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As bolsas europeias estão a negociar em queda esta terça-feira, 24 de Novembro, pela segunda sessão consecutiva. O turismo é um dos sectores que mais penaliza, com o rescaldo dos atentados de Paris e o cerco de Bruxelas a abalarem a confiança dos investidores. Além disso, esta terça-feira, a Turquia abateu um avião russo, junto à fronteira com a Síria. 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, cai 1,14% para 376,04 pontos, depois de ter descido mais de 0,3% na sessão de ontem, a maior queda em mais de uma semana. A penalizar o desempenho do Stoxx600 esteve a queda acentuada dos metais que pressionou as cotadas produtoras de matérias-primas.

A liderar as perdas na Europa está o espanhol IBEX, com uma descida de 1,37%, seguido pelo francês CAC40, que perde 1,21%. Já o alemão DAX desliza 0,82%, depois de, esta manhã, ter sido divulgado que o PIB germânico cresceu 0,3% no terceiro trimestre deste ano face aos três meses anteriores, e 1,7% em comparação com o mesmo período de 2014, impulsionado pelo consumo privado e pelos gastos do Governo.

Esta manhã foi ainda revelado que a confiança dos empresários alemães subiu, inesperadamente, em Novembro, apesar do abrandamento das exportações e do recente escândalo da Volkswagen, que abalou a confiança dos agentes económicos.

A Easyjet desce 3,83%, a Lufthansa cai 2,42% e a cadeia hoteleira Accor cede 3,94%. Já a Zodiac Aerospace afunda 7,97%, depois de ter divulgado as suas estimativas de lucros operacionais para 2016, que ficaram aquém do esperado.

A LVMH desvaloriza mais de 3%, depois de o Nomura ter sinalizado que as estimativas médias para o mercado de bens de luxo, em 2016, estão demasiado elevadas. A Altice afunda 8,30% depois de o Goldman Sachs ter vendido 61 milhões de acções. 

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