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Bolsas europeias encerram semana em queda; DAX cede 1,65%

A generalidade das praças na Europa fecharam a sessão em queda com as acções da Nokia, Royal Philips e Vodafone entre as mais penalizadas. Em Frankfurt, o DAX cedeu 1,65% e, a Infineon perdeu 10,73%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 03 de Maio de 2002 às 19:14
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A generalidade das praças na Europa fecharam a sessão em queda com as acções da Nokia, Royal Philips e Vodafone entre as mais penalizadas, tendo esta última recuado quase 10% para novo mínimo dos últimos quatro anos. Em Frankfurt, o DAX cedeu 1,65% e, a Infineon perdeu 10%.

Na praça de Frankfurt, o índice DAX Xetra [DAX] fechou nos 4.882,77 pontos, e os títulos de fabricante de «chips» Infineon caíram 10,73% para os 17,72 euros, em sintonia com a desvalorização superior a 2% do Nasdaq, índice norte-americano. A Deutsche Telekom escorregava 5,98% para os 12,90 euros.

Em Paris, o CAC40 [CAC] encerrou a perder 1,51% para os 4.356,92 pontos, sendo que no sector dos «chips», a ST Microelectronics afundou 7,8% para os 31,32 euros, seguida pelos títulos da Vivendi, France Telecom e Alcatel que acumularam perdas de 6,7%, 6,7% e 4%, respectivamente.

O AEX de Amsterdão recuou 1,49% para os 495,74 pontos arrastado pela quebra superior a 7% das acções da operadora de telecomunicações KPN e da Royal Philips. A Royal Dutch conseguiu valorizar 1,94% para os 60,30 euros.

Em Madrid, o IBEX [IBEX] escorregou 0,36% com 8.019 pontos. A desvalorização de 3% da Telefónica Móviles e, de 2,6% da Telefónica, operadora de telecomunicações, foi, em parte, compensada pela subida do Banco Bilbao Viscaya Argentaria (BBVA) e do Banco Popular que ganharam ambos 1,1%.

A praça londrina foi a única a encerrar acima do valor de fecho de quinta-feira, tendo o FTSE [UKX] avançado 0,56% para os 5.203,10 pontos, apoiado na valorização de 4,5% das acções da British American Tobacco e de 3,3% da Royal Shell / Shell Group.

A britânica Vodafone caiu 9,7%, depois de ter anunciado que as vendas das suas filiais na Alemanha e Itália deverão atingir 19,4 mil milhões de euros em 2006, abaixo das estimativas dos analistas.

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