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Bolsas europeias seguem a subir impulsionadas por telecomunicações

As Bolsas europeias, depois de iniciarem a sessão em queda, seguiam a subir impulsionadas pelas empresas de telecomunicações. O EuroStoxx 50 subia 0,84% enquanto Madrid seguia em contraciclo.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 05 de Outubro de 2001 às 12:03
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As Bolsas europeias, depois de iniciarem a sessão em queda, seguiam a subir impulsionadas pelas empresas de telecomunicações. O EuroStoxx 50 subia 0,84% enquanto Madrid seguia em contraciclo.

O Eurostoxx 50 subia para os 3.434,4 pontos, com a filandesa Nokia a trepar 3,28%, depois de o Wall Street Journal ter noticiado que os resultados da Vodafone vão superar as estimativas dos analistas.

O FTSE [FTSE] subia 0,98% para os 5.065 pontos, impulsionado pela Vodafone, com uma subida de 1,28%, com os investidores optimistas que os lucros da empresa vão crescer 40%, superando as previsões. A maior contribuição para a subida de Londres era dada para farmacêutica GlaxoSmithkline, que ganhava 1,90%.

Ainda em Londres a Marconi trepava 31,03% depois de a Duke Street Capital ter afirmado que estava interessada em adquirir uma unidade de negócio da companhia de telecomunicações britânica.

Paris [CAC] seguia a subir 0,64% para os 4.222 pontos, com a France Telecom a valorizar 2,47% para os 36,1 euros (7.237 escudos). Beneficiando da subida do preço do petróleo a Total Fina ganhava 1,71% até aos 154,5 euros (30.974 escudos), enquanto a seguradora AXA subia 3,99%, depois da valorização de 8% de ontem.

O DAX [DAX] de Frankfurt ganhava 0,72% até aos 4.580 pontos, com a Deutsche Telekom [DTE] a subir 1,70% para os 17,90 euros (3.588 pontos). A financeira Allianz [ALV] trepava 2,67% até aos 257,45 euros (51,61 contos).

Em Milão eram também as companhias de telecomunicações que impulsionavam o índice [MIBTEL], que subia mais de 1% para os 21.499 pontos. A Telecom Itália e a sua filial para as telecomunicações móveis subiam ambas mais de 1%. A petrolífera ENI, que controla 33,34% da Galp Energia, ganhava 1,57%. A construtora automóvel Fiat deslizava 5,85% depois de ter anunciado que os resultados ficarão abaixo do esperado.

O AEX de Amesterdão liderava as subidas das congéneres europeias, ao ganhar 1,05% para os 463,66 pontos. A financeira ABN Amro ganhava 2,61% para os 18,45 euros (3.698 pontos), enquanto a Aegon trepava 4,21%.

Madrid seguia em contraciclo, com o IBEX [IBEX] a descer 1,37% para os 7.363 pontos, sendo a Telefónica e as financeiras a comandar as descidas. Depois de a Salomon Smith Barney ter baixado a recomendação, a Telefónica caia 2,47% para os 11,85 euros (2.357 escudos). O Banco Santander Central Hispano [BSC] perdia 2,57% e a Telefónica Movilés, com uma subida de 3,29%, impedia maiores descidas em Madrid.

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