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Bolsas europeias valorizam com queda de petróleo

As praças europeias valorizavam, favorecidas pela queda do petróleo, evolução que tende a reduzir as preocupações dos mercados com os custos de energia e consequentes influências nos balanços das companhias.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 03 de Janeiro de 2005 às 10:36
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As praças europeias valorizavam, favorecidas pela queda do petróleo, evolução que tende a reduzir as preocupações dos mercados com os custos de energia e consequentes influências nos balanços das companhias. O Dow Jones Stock 50 ganhava 0,72% para 2.794,80 pontos.

O petróleo perdia, em Nova Iorque, com o tempo ameno a fazer com que a procura por petróleo de aquecimento abrande, reduzindo as preocupações sobre as reservas dos EUA. O crude [cl1] deslizava 1,70% para 42,71 dólares.

Em Frankfurt, o índice DAX [dax] adicionava 1,04%, para 4.300,24 pontos, impulsionado por fabricantes de automóveis como a DaimlerChrysler, que subia 1,59% para 35,82 euros, e por fabricantes químicos, nomeadamente a BASF, que avançava 1,43% para 53,76 euros. Os títulos que mais impulsionavam eram, no entanto, os da Simens, com uma valorização de 1,19% para 63,12 euros, e da E.On que somavam 1,24% para 67,89 euros.

Em Paris, o índice CAC-40 [cac] apreciava 1,41%, para 3.874,89 pontos. A petrolífera Total impulsionava com uma subida de 1,18% para 126,6 euros bem como a Sanofi-Aventis que avançava 1,36% para 59,6 euros.

O índice espanhol IBEX-35 [ibex] subia 0,69% para 9.143,40 pontos com o contributo da Telefónica, com um avanço de 1,30% para 14,04 euros, e do Santander, que avançava 1,20% para 9,24 euros.

O índice holandês AEX valorizava 0,75%, para 350,68 pontos. Os títulos que mais contribuíam para esta tendência eram os da Ahold – que detém 49% da Jerónimo Martins Retalho – e da Aegon, que subiam 3,51% para 5,90 euros e 1,79% para 10,21 euros, respectivamente.

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