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Bolsas japonesas recuam para mínimos de Fevereiro

As praças japonesas encerraram a cair mais de 1,5%, a negociarem em mínimos de Fevereiro, depois dos Estados Unidos terem acusado o Goldman Sachs de fraude, com os preços das matérias-primas a descerem e o iene a valorizar.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 19 de Abril de 2010 às 07:32
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As praças japonesas encerraram a cair mais de 1,5%, a negociarem em mínimos de Fevereiro, depois dos Estados Unidos terem acusado o Goldman Sachs de fraude, com os preços das matérias-primas a descerem e o iene a valorizar.

O nipónico Nikkei recuou 1,74% para os 10.908,77 pontos, enquanto o Topix desceu 1,69% para os 972,14 pontos.

A penalizar esteve o sector financeiro, com o Sumitomo Mitsui a desvalorizar 4,4%, enquanto o Mitsubishi UFJ Financial Group perdeu 3,3% e o banco de investimento Nomura caiu 3,6%.

“O ‘timing’ das acusações contra o Goldman foi perfeito para os investidores procurarem vender acções, desde que os mercados mundiais têm estado a sobreaquecer”, adiantou Kiyoshi Ishigane, estratega do Mitsubishi UFJ Asset Management, à Bloomberg.

Na passada sexta-feira, o regulador de mercado norte-americano, a Securities and Exchange Comission (SEC), processou o Goldman Sachs e um ex-vice-presidente, acusando o banco e o responsável por alegadamente terem defraudado investidores.

De acordo com um comunicado, emitido pela SEC e citado pela Bloomberg, a instituição terá defraudado investidores ao adulterar e omitir informações importantes sobre produtos financeiros associados a crédito imobiliário de alto risco (“subprime”).


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