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Bolsas norte-americanas disparam o máximo em um mês

As bolsas norte-americanas dispararam o máximo em um mês, depois do presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA , Ben Bernanke, ter dito que os bancos não necessitam ser nacionalizados. O Dow Jones avançava 2,22%, o Nasdaq apreciava 2,37% e o S&P500 subia 2,76%.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 24 de Fevereiro de 2009 às 19:42
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As bolsas norte-americanas dispararam o máximo em um mês, depois do presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA , Ben Bernanke, ter dito que os bancos não necessitam ser nacionalizados. O Dow Jones avançava 2,22%, o Nasdaq apreciava 2,37% e o S&P500 subia 2,76%.

O índice industrial (Dow Jones) cotava nos 7.272,48 pontos enquanto o tecnológico (Nasdaq). O S&P500 transaccionava nos 763,83 pontos.

O Citigroup e o Bank of América subiam mais de 14%.

A Home Depot ganhava 10,58% para 20,69 dólares, depois de ter apresentado os resultados do quarto trimestre. Apesar de ter anunciado prejuízos de 54 milhões de dólares (52 milhões de euros), ou 3 cêntimos de dólar por acção, no quarto trimestre, os números acabaram por ser bem recebidos. Excluindo itens extraordinários, a retalhista de bens para a casa registou um lucro de 19 cêntimos por acção, o que supera os 15 cêntimos estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.

O petróleo também subia mais de 1% em Nova Iorque e mais de 3% em Londres com as declarações de Ben Bernanke. Para além disso, o Departamento de Energia dos EUA deverá amanhã anunciar uma subida nos inventários na semana passada.

Neste contexto, o crude avançava 1,74% para os 39,11 dólares enquanto o “brent” subia 3,10% para os 42,26 dólares.

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