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Bolsas norte-americanas em alta devido ao plano para travar execuções hipotecárias

As bolsas norte-americanas negoceiam em alta com o mercado a acreditar que o plano para reduzir as execuções hipotecárias nos EUA, ajude a reavivar a economia do país. O Dow Jones valorizava 0,37%, o Nasdaq ganhava 0,53% e o S&P500 avançava 0,53%.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2009 às 14:57
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As bolsas norte-americanas negoceiam em alta com o mercado a acreditar que o plano para reduzir as execuções hipotecárias nos EUA, ajude a reavivar a economia do país. O Dow Jones valorizava 0,37%, o Nasdaq ganhava 0,53% e o S&P500 avançava 0,53%.

O índice industrial iniciou a sessão a negociar nos 7.580,88 pontos, o tecnológico nos 1.478,40 pontos e o S&P500 nos 793,33 pontos.

Os ganhos das bolsas norte-americanas seguem-se a uma sessão de fortes quedas, em que os índices caíram mais de 3,5%, penalizados, essencialmente pela banca. Já a impulsionar a sessão de hoje está o plano para ajudar a travar as execuções hipotecárias na maior economia do mundo.

O programa, que vai ser anunciado hoje ao final do dia pelo presidente Barack Obama, vai usar 75 mil milhões de dólares (59,2 mil milhões de euros) para reduzir os juros dos empréstimos e incentivar alterações nos termos das hipotecas, anunciou o Departamento do Tesouro, citado pela Bloomberg.

As expectativas em torno deste plano está a animar os investidores e a compensar a divulgação de dados económicos negativos referentes ao mês de Janeiro. A produção industrial do país caiu pela sexta vez em sete meses e a venda de casas afundaram 17% para um ritmo anual de 466 mil casas.

O sector da banca é um dos que está a receber melhor este plano com o Citigroup a ganhar 3,59% para os 3,17 dólares, o JPMorgan a valorizar 1,71% para os 22,02 dólares e o Goldman Sachs a subir 0,93% para os 86,51 dólares. O Bank of America ganhava 3,06% para os 5,05 dólares.

Ontem o Citigroup, o Bank of America e a JPMorgan perderam mais de 9%.

A General Motors também seguia em terreno positivo depois de ter anunciado que poderá cortar 47 mil postos de trabalho e de ter pedido 16,6 mil milhões de dólares em ajuda.

A construtora automóvel seguia a ganhar 3,21% para os 2,25 dólares.

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