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Bolsas norte-americanas negoceiam pouco alteradas; Nasdaq cede 0,05% (act.)

As Bolsas nos EUA transaccionavam em queda, embora pouco expressiva, e o Nasdaq deslizava 0,05%, enquanto o Dow Jones, que ontem registou a maior queda diária do mês, voltava a ceder 0,23%. Os resultados continuavam a condicionar as Bolsas.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 17 de Abril de 2003 às 14:58
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As Bolsas nos EUA transaccionavam em queda, embora pouco expressiva, e o Nasdaq deslizava 0,05%, enquanto o Dow Jones, que ontem registou a maior queda diária do mês, voltava a ceder 0,23%. Os resultados trimestrais continuavam a condicionar as Bolsas.

O Dow Jones [INDU] que ontem perdeu 1,72%, cotava nos 8.238,49 pontos, e o Nasdaq [CCMP] marcava 1.394,07 pontos. O Standard & Poor"s 500 (S&P 500) regredia 0,05% a valer 879,46 pontos.

As acções da Broadcom disparavam 9,8% para 15,46 dólares (14,25 euros), depois do maior fabricante de semicondutores para as «set-top-boxes» ter anunciado resultados, que sem os extraordinários, bateram as expectativas dos analistas.

A Advanced Micro Devices (AMD) desvalorizava 3,7% para 7,60 dólares (7 euros), mas a Sun Microsystems somava 0,16% a marcar 37,26 dólares (34,34 euros). Ontem, já após o fecho, ambas as empresas desvendaram contas abaixo das projecções dos analistas.

Ainda no domínio das empresas que apresentaram as contas, a Honeywell resvalava 2,05% a marcar 21,92 dólares (20,21 euros), enquanto a PepsiCo aumentava 3,6% até aos 41,35 dólares (38,11 euros).

As acções da Microsoft somavam 0,04% para 24,95 dólares (22,99 euros) e a Intel cedia 0,55% para 18,06 dólares (16,64 euros).

A Motorola desvalorizava 0,38% para 7,80 dólares (7,46 euros), apesar da rival Nokia ter anunciado que os lucros trimestrais aumentaram 13% no primeiro trimestre.

No sector da aviação, a AMR, dona da América Airlines, subia 18% para 5 dólares (4,61 euros), após ter conseguido um acordo com os sindicatos de trabalhadores com vista a impedir a falência da empresa.

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