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BVLP termina a ganhar impulsionada por Grupo Sonae (act.)

A Bolsa nacional encerrou a valorizar, em linha com a tendência das suas congéneres europeias, com as empresas do Grupo Sonae a liderarem as subidas. O PSI20 cresceu 0,31% e o PSI30 avançou 0,27%.

João Mata 21 de Agosto de 2001 às 16:51
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A Bolsa nacional encerrou a valorizar, em linha com a tendência das suas congéneres europeias, com as empresas do Grupo Sonae a liderarem as subidas. O PSI20 cresceu 0,31% e o PSI30 avançou 0,27%.

O PSI20 [PSI20], principal índice da Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) encerrou nos 7.709,37 pontos, enquanto o PSI30 marcava 3.578,85 pontos e o Euro Stoxx 50, que reúne as 50 maiores empresas europeias em termos de capitalização bolsista, crescia 1,36% para os 3.687,08 pontos.

A Reserva Federal (FED) norte-americana vai reunir ainda hoje, pelo que a sessão foi marcada pela expectativa dos investidores relativamente a uma possível descida das taxas de juro nos Estados Unidos (EUA). A generalidade dos analistas acredita que o FED vai reduzir os juros pela sétima vez este ano, em 25 pontos base para os 3,5%.

A «casa mãe» do grupo liderado por Belmiro de Azevedo, a Sonae SGPS [SON], ganhou 2,78% para os 0,74 euros (148 escudos), enquanto a Sonae.com [SNC], que controla a operadora móvel Optimus, valorizou 1,05% para os 1,93 euros (387 escudos).

A distribuidora Modelo Continente [MCON], que também integra o Grupo Sonae, encerrou a cotar nos 1,37 euros (275 escudos), registando uma subida de 1,37%.

A Portugal Telecom [PLTM] avançou 0,14% para os 7,40 euros (1.484 escudos), enquanto a PT Multimédia [PTM] ganhou 2% para os 9,18 euros (1.840 escudos) e a PTM.com [PTD] progrediu 2,83% para os 2,54 euros (509 escudos).

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] terminou a crescer 0,34% para os 2,96 euros (593 escudos), depois da UBS Warburg ter avaliado a sua subsidiária para as telecomunicações, a ONI, em 718 milhões de euros (144 milhões de contos), devido à integração da Brisatel.

A Brisa [BRISA], que garantiu uma posição de 17% na ONI por troca com a sua anterior participada Brisatel, avançou 1% para os 10,15 euros (2.035 escudos), depois da UBS ter reiterado o seu «preço alvo» de 13 euros (2.606 escudos) para as acções da concessionária de auto-estradas.

Em sentido inverso ao mercado evoluiu o Banco Comercial Português (BCP) [BCP], que recuou 0,46% para os 4,33 euros (868 escudos).

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