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Carlos Tavares: “As coisas andaram um pouco ao contrário do que eu esperava”

O presidente da CMVM defende que é necessária maior “transparência” das empresas e do sistema bancário para que seja possível diversificar as modalidades de financiamento às PME.

Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 28 de Novembro de 2014 às 21:23
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O presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, defendeu esta sexta-feira, 28 de Novembro, que "Portugal necessita de um mercado mais desenvolvido". Contudo, admitiu, "a tendência tem sido exactamente a contrária".

 

Em Lisboa, Carlos Tavares referiu que o país teve "casos demais", com "efeitos devastadores", nos últimos tempos, evitando assim a própria consolidação do mercado nacional. "As coisas andaram um pouco ao contrário do que eu esperava [quando entrei na CMVM]", confessou.

 

Durante uma conferência, o presidente da entidade supervisora falou em "mitos e fantasmas" no sistema português que acabaram por "adiar a mudança indispensável" na forma de financiamento às empresas nacionais.

 

Para avançar rumo a essa diversificação, acrescentou, será preciso uma "maior transparência".

 

"O passado recente [aludindo ao caso do Banco Espírito Santo] trouxe algumas lições que devem ser apreendidas pelos diversos agentes e que podem contribuir para a mudança cultural e comportamental" das empresas e instituições que as financiam, considerou.

 

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