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China e PIB dos EUA sustentam Wall Street

As praças do outro lado do Atlântico encerraram em alta, animadas pelo crescimento abaixo do esperado da economia norte-americana, o que alimentou a expectativa de que a Fed decida não começar a retirar os estímulos.

Bloomberg
Negócios 26 de Junho de 2013 às 21:12
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O Dow Jones fechou a somar 1,02%% para 14.910,37 pontos, o Nasdaq valorizou 0,85% para 3,376,22 pontos e o S&P 500 avançou 1% para 1.603,29 pontos.

 

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA expandiu-se 1,8% nos primeiros três meses do ano, sendo que a leitura anterior apontava para um crescimento de 2,4% no mesmo período.

 

Apesar da revisão em baixa do crescimento, este dado foi bem recebido em Wall Street, pois poderá traduzir-se num adiamento da retirada de estímulos económicos por parte da Reserva Federal.

 

Recorde-se que o presidente da Fed, Ben Bernanke, avisou na semana passada que iria “levantar o pé do acelerador” no programa de compra de dívida, quando a economia norte-americana demonstrasse sinais sólidos de recuperação e o desemprego mantivesse a trajectória de queda. Com este dado hoje revelado, os planos da Fed podem ficar atrasados, sendo que os analistas apontavam nesta altura para que o alívio nos estímulos se fizesse sentir já a partir de Setembro.

 

A impulsionar as bolsas esteve também a descida das taxas de juro do mercado interbancário na China, o que veio aliviar os receios de uma crise de crédito na economia asiática.

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