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Cimpor cai máximo de 4,44% para mínimo de oito meses

As acções da Cimpor negociavam em queda de 4,44%, sendo a única empresa do PSI-20 a acumular perdas em 2004. Os operadores justificam a queda com o final do período de indisponibilidade para as acções compradas na quarta fase de privatização e que, segund

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 05 de Julho de 2004 às 12:40
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As acções da Cimpor negociavam em queda de 4,44%, sendo a única empresa do PSI-20 a acumular perdas em 2004. Os operadores justificam a queda com o final do período de indisponibilidade para as acções compradas na quarta fase de privatização e que, segundo a Teixeira Duarte, não vão ser alienadas.

Este factor, segundo analistas, retirou alguma carga especulativa ao papel.

Na semana passada, a Teixeira Duarte [TXDE], numa entrevista à agência Reuters, avançou que não iria alienar a posição de 10% adquirida na última fase de privatização da cimenteira.

As acções compradas pela Teixeira Duarte a 6,08 euros (o que incorpora uma perda potencial de 33% face à cotação de sexta-feira), em Julho de 2001, tinham um período de indisponibilidade de três anos, que termina no final de Julho de 2004.

Com o aproximar do final do período de «lock up», alguns agentes de mercado antecipavam que a Teixeira Duarte, que controla (directa e indirectamente) cerca de 32%, pudesse vir a alienar a posição de 10,05% comprada na quarta fase de privatização.

As acções da Cimpor [CIMP] negociavam hoje em queda de 2,47% para 3,95 euros, a recuperarem de uma desvalorização máxima de 4,44% que levou o papel aos 3,87 euros, mínimo de Novembro de 2003.

Este ano, o PSI-20 [PSI20] acumula um ganho de 7,35% com todas as emitentes (à excepção da Media Capital que entrou em bolsa em Março) a amealharem ganhos. A cimenteira liderada por Pedro Teixeira Duarte destoa com o mercado, ao acumular uma desvalorização de 3,66% em 2004.

A Cimpor movimentava pouco mais de 90 mil títulos. Na sexta-feira, o ING Bank anunciou que vendeu 22.132.295 acções da Cimpor, equivalentes a 3,29% do capital da cimenteira, reduzindo a sua posição na empresa para 0,82%. O banco holandês chegou a controlar 5,18% da Cimpor.

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