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Correcção da EDP pressiona Euronext Lisbon para queda de 0,64%

A Bolsa nacional negociava em descida, pressionada pelas acções do Banco Comercial Português (BCP) e da Electricidade de Portugal (EDP), ambas a corrigirem de duas sessões sucessivas a valorizar.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 27 de Março de 2003 às 10:22
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A Bolsa nacional negociava em descida, pressionada pelas acções do Banco Comercial Português (BCP) e da Electricidade de Portugal (EDP), ambas a corrigirem de duas sessões sucessivas a valorizar.

O PSI20 [PSI20] cotava nos 5.388,24 pontos, com nove acções em queda, cinco mais caras, e seis inalteradas.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] caía 1,87% para 1,57 euros, depois de, na véspera, ter acumulado um ganho de 2,56%. O BCPI manteve a recomendação de «compra» para as acções da EDP e um preço alvo, para o final de 2003, de 2,10 euros. Apesar do prémio pago pela eléctrica na compra da Naturcorp, o banco enaltece a componente estratégica do negócio.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP], também com um rasto de duas sessões a acumular ganhos, resvalava hoje 1,48% para 1,33 euros.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] descia 0,61% para 6,57 euros, e a Vodafone Telecel [TLE] cotava inalterada nos 8,50 euros. A Vodafone Group Plc comunicou hoje já ter 67,45% dos direitos de voto da Telecel, depois das compras feitas em Bolsa ontem.

A Jerónimo Martins [JMAR] em contra ciclo com o mercado, somava 3,31% a marcar 6,56 euros, com 109 mil papéis movimentados, depois do Negocios.pt ter noticiado que a segunda maior distribuidora nacional pretende atingir um nível de dívida entre os 200 e 300 milhões de euros no final de 2004, o que traduz uma queda de 70% face ao endividamento de 2002.

Air France e Munich Re em queda

As praças da Europa negociavam em descida, e o Dow Jones Stoxx 50 perdia 1,67% para 2.198,81 pontos. O índice está a desvalorizar 5,1% na semana.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] regredia 1,94% para 2.733,40 pontos, e a empresa de defesa EADS, dona da Airbus, liderava as perdas, desvalorizando 7,6%. A Air France depreciava 4,2%, depois da guerra no Iraque ter levado a operadora aérea a cortar a capacidade de voos em Abril em 7%.

O DAX [DAX] alemão caía 1,11% nos 2.550,82 pontos, e a Munich Re resvalava 3,1% para 72,92 euros, depois de ter anunciado prejuízos no quarto trimestre acima das projecções dos analistas.

Em Londres, o FTSE 100 [UKX] descia 1,13% para 3.750,20 pontos, e a British Airways perdia 2,3%, em linha com o sector na Europa.

Na Bolsa de Amsterdão, o AEX decrescia 2,04% para 261,16 pontos. A seguradora Aegon, os bancos ANB Amro e ING Groep, bem como a petrolífera Royal Dutch desvalorizavam todos mais de 2%.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] deslizava 1,71% para 6.037,70 pontos, pressionado pela petrolífera Repsol que regredia 4,9% para 13,51 euros. O Santander Central Hispano (SCH) caía 2,6% para 6,09 euros.

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