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Correcções da EDP e do BPI arrastam bolsa nacional

A Euronext Lisbon seguia em queda pressionada pelas correcções da EDP e do BPI. O PSI-20 cedia 0,19%, num dia em que a SAG e a Mota-Engil voltam a renovar máximos.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 09 de Agosto de 2005 às 12:33
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A Euronext Lisbon seguia em queda pressionada pelas correcções da EDP e do BPI. O PSI-20 cedia 0,19%, num dia em que a SAG e a Mota-Engil voltam a renovar máximos.

O principal índice nacional [psi20] descia para os 7.695,79 pontos, com oito acções a cair, seis a subir e seis inalteradas.

As praças europeias seguiam mistas num dia em que os ganhos das petrolíferas, que estão a beneficiar da subida do petróleo para valores históricos, estão a contrariar a queda da banca.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] perdia 0,90%, a descer pelo segundo dia consecutivo a corrigir da subida de 6,3% acumulada nas últimas duas semanas.

O Banco BPI [bpin] também descia 0,86% para os 3,44 euros, depois de ter acumulado um ganho de 7,8% nas últimas duas semanas, a beneficiar da especulação em torno de uma possível OPA sobre o banco.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] seguia inalterado nos 2,10 euros. O BPI reviu em alta o preço alvo para os títulos do BCP de 2,40 euros para 2,45 euros devido às recentes alienações não estratégicas, refere a instituição bancária no diário de bolsa de hoje.

Enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] descia 0,31% para os 12,76 euros. O BES vai reduzir a sua posição na Bradespar, empresa brasileira gestora das participações do Bradesco, dos anteriores cerca de 14% para os 10%, através de uma Oferta Pública de Distribuição Secundária.

A Portugal Telecom (PT) [ptc] subia 0,13% para os 8,00 euros no dia em que a JP Morgan reviu em alta a recomendação para as acções da operadora nacional de «underweight» para «neutral» e subiu o preço-alvo para 8,70 euros de 8,50 euros.

«Já não recomendamos ‘underweight’ para os títulos da PT», porque o facto da empresa ter uma evolução da sua cotação cerca de 14% abaixo da média do sector desde o início do ano «significa que a avaliação relativa é mais razoável (em linha com o sector em termos de Valor da Empresa/EBITDA e Price Earnings Ratio) e o «dividend yield» deverá ter suporte nos 5%», explica a JP Morgan numa nota diária de análise.

A Mota-Engil [egl] subia 2,37% para os 3,02 euros renovando o máximo histórico e a SAG [sag] avançava 1,34% para os 1,51 euros, a recuar dos 1,52 euros o que representa o recorde de Março de 2004.

A Sonae SGPS [son]evitava maiores quedas no índice ao subir 0,83% para os 1,22 euros.

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