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Crise da dívida na Europa continua a pressionar Wall Street

Espanha, Grécia e também a China pressionaram o sentimento dos investidores, levando os índices accionistas a fecharem com perdas de cerca de 1%.

Negócios negocios@negocios.pt 23 de Julho de 2012 às 21:53
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As bolsas norte-americanas fecharam em terreno negativo, pressionadas pelo agravar da crise na Europa e pelos receios com o abrandamento na China.

O Nasdaq desceu 1,2% para 2,890,15 pontos, o Dow Jones caiu 0,79% para 12.721,46 pontos e o S&P500 desvalorizou 0,89% para 1.350,52 pontos.

Wall Street seguiu o desempenho das bolsas europeias, onde as perdas até foram mais fortes, devido ao agravar da crise em Espanha e aos receios de que o FMI deixe cair a Grécia.

Os receios em trono da crise europeia acentuaram-se depois da região de Valência ter pedido ajuda do Fundo de Liquidez das Autonomias e da Catalunha ter admitido estar a analisar esta hipótese. Um cenário que está a elevar os receios de que Espanha tenha de avançar com um pedido de resgate financeiro para o país e não apenas ajuda para a recapitalização da banca.

A pesar na negociação estiveram também as declarações do ministro da Economia da Alemanha. Phillip Rösler, considerou, em entrevista à televisão pública ARD, ser "possível" uma saída da Grécia da Zona Euro, um cenário que "deixou de ser assustador há muito tempo". Isto depois do FMI ter dito que não está disponível para financiar mais Atenas, não sem que antes o país consiga dar provas de consolidação das contas efectiva.

A piorar o cenário de pessimismo, um responsável do banco central da China veio alertar que o crescimento do PIB deverá abrandar para 7,4% no terceiro trimestre.

As cotadas do sector financeiro e as tecnológicas foram as mais castigadas, com o Citigroup a descer 2,05% e a Microsoft a cair 2,63%.



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