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Dado económico chinês e ameaça da Moodys penaliza bolsas europeias

As bolsas europeias estão a desvalorizar mais de 1%, penalizadas pelo facto de ter sido divulgado um abrandamento na actividade industrial chinesa e da Moodys ter ameçado cortar o ‘rating’ de Espanha.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 01 de Julho de 2010 às 09:51
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As bolsas europeias estão a desvalorizar mais de 1%, penalizadas pelo facto de ter sido divulgado um abrandamento na actividade industrial chinesa e da Moodys ter ameçado cortar o ‘rating’ de Espanha.

O Stox600 desliza 1,55% para os 239.56 pontos e o espanhol IBEX perde 1,99% para os 9.078,90 pontos. Já o britânico FTSE, o francês CAC e o alemão DAX deslizam 1,39%, 1,82% e 1,08%, respectivamente.

A actividade industrial abrandou na China e ontem, a Moody’s, única agência de "rating" que mantém a classificação máxima para a dívida espanhola, ameaçou reduzi-la devido à deterioração das perspectivas de crescimento económico e aos desafios orçamentais que o governo espanhol enfrenta actualmente.

Estes dados e acontecimentos reforçam as preocupações com a recuperação da economia mundial, deixando os investidores mais pessimistas relativamente ao crescimento.

Entre empresas a queda é generalizada, com destaque uma vez mais pela negativa, para o da banca. O BBVA cai 3,36% para os 8,323 euros, o santander desliza 2,12% para os 8,555 euros e o ING escorrega 2,04% para os 6,05 euros.

Mas também o energético contribui para a tendência com a Endesa a desvalorziar 3,23% para os 16,93 euros e com a Repsol a perder 1,89% para os 16,35 euros.

Nas telecomunicações e tecnologias, o sentimento é misto, com destaque para Portugal Telecom que está em alta animada pelo facto da Telefónica ter ontem dito que mantém a oferta sobre a Vivo até dia 16 de Julho. Já a operadora espanhola cai 1,28% para os 15,06 euros e, no mercado britânico, a British Telecom desliza 2% para os 127,5 pence.

Por outro lado, a Nokia avança 1,12% para os 6,785 euros.

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