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EDP e Brisa levam bolsa nacional a cair pela quarta sessão (act)

As quedas dos títulos da Energias de Portugal e da Brisa levaram a bolsa nacional a terminar a última sessão desta semana em queda. O PSI-20 desceu 0,37%, com mais de 230 milhões de euros transaccionados, numa negociação em que a Altri brilhou ao disparar

Paulo Moutinho 28 de Abril de 2006 às 17:08
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As quedas dos títulos da Energias de Portugal e da Brisa levaram a bolsa nacional a terminar a última sessão desta semana em queda. O PSI-20 desceu 0,37%, com mais de 230 milhões de euros transaccionados, numa negociação em que a Altri brilhou ao disparar mais de 13%.

O principal índice nacional [psi20] recuou para os 10.052,90 pontos, com metade dos títulos que compõem o PSI-20 a terminarem a sessão em queda, sete a subir e três que fecharam sem variação. A Euronext Lisbon recuou pelo quarto dia consecutivo e acumula uma descia semanal de 2,13%.

A Brisa [brisa] terminou a negociação a recuar 1,53% para os 8,34 euros, no dia em que a concessionária apresenta os seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2006, que, segundo os analistas consultados pela Reuters, deverão recuar para os 33,4 milhões de euros.

Também a pressionar o índice principal estiveram as acções da Energias de Portugal (EDP) [edp]. A eléctrica nacional fechou esta última sessão da semana a cair 0,95% para os 3,12 euros, com mais de 16,5 milhões de títulos transaccionados.

A Cimpor [cimp] fechou a cair de 1,95% para os 5,53 euros e a Sonae SGPS [son], a «holding» de Belmiro de Azevedo terminou nos 1,35 euros, a descer 0,74%.

A Sonaecom [snc], que vai apresentar os seus resultados do primeiro trimestre na próxima terça-feira, fechou sem variação nos 4,25 euros, apesar dos analistas apontarem para que a empresa liderada por Paulo Azevedo apresente prejuízos.

A impedir maiores quedas do principal índice nacional estiveram as acções da Altri [altri] que chegaram a subir mais de 14% durante a negociação para os 4,47 euros, o valor mais elevado de sempre.

Os títulos da empresa terminaram a subir 13,59% para os 4,43 euros, a beneficiar de uma revisão em alta do preço-alvo por parte da UBS, que aumentou o preço-alvo para 4,75 euros, dos 4 euros anteriores, mantendo a recomendação de «comprar».

Para a próxima semana, por cada acção detida, os accionistas vão receber outra, no âmbito da operação de «stock-split» já anunciada pela empresa. A cotações dos títulos da Altri será ajustada para metade.

A Cofina [cofi] subiu 5,04% para os 3,96 euros, depois de ter anunciado que os seus lucros do primeiro trimestre duplicaram para os 2,06 milhões de euros. A Impresa [ipr], que registou uma quebra de 95% nos lucros dos primeiros três meses do ano, terminou a negociação a ceder 0,97% para os 5,08 euros, tendo chegado a deslizar mais de 3% durante a negociação.

A Portugal Telecom [ptc] avançou 0,2% para os 10,09 euros e a participada, a PT Multimédia [ptm] fechou a valorizar 0,62% para os 9,68 euros.

Na banca, o Banco BPI [bpin] apreciou 0,5% para os 5,98 euros e o Banco Comercial Português (BCP) [bcp] fechou estável nos 2,42 euros, com mais de 12 milhões de títulos transaccionados.

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