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EDP e PT ajudam Euronext Lisbon; PSI20 soma 0,34%

A Bolsa nacional negociava em subida, suportada pelas valorizações da PT e da EDP, esta última a valorizar 0,92%, depois de cinco sessões sucessivas de quedas. O PSI20 avançava 0,34%, em linha com os restantes índices europeus.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 05 de Junho de 2002 às 10:04
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A Bolsa nacional negociava em subida, suportada pelas valorizações da Portugal Telecom (PT) e da Electricidade de Portugal (EDP), esta última a valorizar 0,92%, depois de cinco sessões sucessivas de quedas. O PSI20 avançava 0,34%, em linha com os restantes índices europeus.

O PSI20 [PSI20] marcava 7.213,46 pontos com oito acções a valorizarem, 10 inalteradas e as restantes duas em queda. O índice vem de uma série de quatro sessões sucessivas de perdas.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] que nas últimas cinco sessões acumulou uma desvalorização de 6%, recuperava hoje 0,92% para os 2,19 euros, líder destacada na liquidez com 3,49 milhões de acções movimentadas.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] e a Vodafone Telecel [TLE] replicavam o comportamento das congéneres, com valorizações de 0,66% para os 7,65 euros e 0,58% para os 6,97 euros, respectivamente.

No sector da banca, os três bancos listados no índice negociavam sem alterações de preços, com o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] a marcar 3,65 euros, o BPI [BPIN] nos 2,47 euros, enquanto as acções do Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] cotavam nos 11,61 euros.

No universo das empresa de Belmiro de Azevedo, a Sonae SGPS [SON] recuperava 1,33% para os 0,76 euros, tal como a SonaeCom [SNC] que avançava 0,9% a marcar 2,25 euros.

A empresa de soluções informáticas ParaRede [PARA] avançava 2,94% para os 0,65 euros. Segundo a comissão gestora dos índices PSI, a composição da carteira dos índices PSI não irá sofrer alterações no segundo semestre de 2002 face à actual carteira em vigor, afastando desta forma as especulações em torno de uma eventual saída da ParaRede do principal índice nacional.

Bolsas europeias valorizavam mas Londres não acompanha

As maiores praças na Europa recuperavam das quedas da véspera, mas o DJ Stoxx 50 mantinha uma desvalorização 0,59% a marcar 3.240,49 pontos.

A praça londrina, depois de duas sessões de interregno, voltou a negociar com o FTSE 100 [UKX] a desvalorizar 1,86% para os 4.990,50 pontos, ajustando-se às quedas que os restantes índices europeus sofreram nas últimas duas sessões.

As operadoras de telecomunicações móveis MMO2 e Vodafone eram dos títulos mais penalizados com desvalorizações de 7,1% para as 0,40 libras (0,62 euros) e 3,9% para as 0,99 libras (1,53 euros), respectivamente.

Na praça de Paris, o CAC40 [CAC] progredia 0,74% para os 4.095,89 pontos, ajudado pela recuperação da consultora tecnológica Cap Gemini que subia 2,1% para os 51,80 euros, e pela valorização das acções da Vivendi Universal que avançavam 1,6% para os 30,85 euros. Ontem, a empresa de media sofreu uma queda percentual de 6,5%.

Na Alemanha, o DAX [DAX] crescia 0,8% para os 4.662,61 pontos e a liderarem os ganhos, as acções Infineon e da Siemens subiam 1,6% e 1,5%, cada, replicando o comportamento do Nasdaq que na véspera amealhou uma valorização de 1%. A Deutsche Telekom recuperava 0,7% para os 11,10 euros, depois de ontem ter fixado um novo mínimo histórico.

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