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EDP e PT impulsionam bolsa nacional

A bolsa nacional continua a ganhar mais de 1%, impulsionada pelos títulos da Energias de Portugal (EDP) e da Portugal Telecom (PT). O PSI-20 sobe 1,06% e acompanha o sentimento positivo dos restantes mercados europeus.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 07 de Julho de 2008 às 09:23
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A bolsa nacional continua a ganhar mais de 1%, impulsionada pelos títulos da Energias de Portugal (EDP) e da Portugal Telecom (PT). O PSI-20 sobe 1,06% e acompanha o sentimento positivo dos restantes mercados europeus.

O principal índice da bolsa portuguesa avançava para os 8.644,15 pontos, com 16 títulos a subir, dois a descer e dois inalterados.

Os sectores energético e de telecomunicações são os que mais impulsionam a bolsa nacional. A banca já aliviou dos fortes ganhos do início da sessão. O Banco Espírito Santo inverteu a tendência de subida e negoceia em terreno negativo e apenas o BPI sobe mais de 1%.

O Banco Comercial Português avançava 0,81% para 1,24 euros, tendo estado a ganhar 2,44%. O BES já subiu mais de 1% mas segue agora a perder 0,33% para os 9,02 euros. O Banco BPI ganhava mais de 1,73% para os 2,35 euros.

Com a banca a aliviar dos ganhos inicias, é o sector energético que mais impulsiona a bolsa portuguesa. A Energias de Portugal subia 2,06% para os 3,475 euros e a Galp Energia avançava 1,16% para os 14,78 euros.

A EDP Renováveis ganhava 0,72% para os 7 euros e a REN subia 1,88% para os 2,71 euros.

No sector das telecomunicações, a Portugal Telecom ganhava 0,98% para os 7,18 euros e a Zon Multimédia avançava 0,64% para os 4,72 euros. Os títulos da Sonaecom subiam 1,95% para os 2,09 euros.

Ainda no grupo Sonae, a Sonae SGPS seguia inalterada nos 0,615 euros e a Sonae Capital ganhava 0,95% para 1,06 euros.

O sector da construção também seguia em terreno positivo, com a Mota-Engil a avançar 2,63% para os 3,90 euros e a Teixeira Duarte a ganhar 1,22% para os 83 cêntimos.

A Soares da Costa valorizava 5,15% para 1,02 euros, no dia em que a construtora e a Brisa vão anunciar a composição do seu consórcio que vai concorrer ao projecto da Alta Velocidade.

O agrupamento é maioritariamente composto por parceiros nacionais, mas incluirá também grupos estrangeiros, essencialmente construtores e financeiras. Entre eles, conta-se uma grande construtora espanhola com actividade no sector e uma gestora de activos internacional, sabe o Jornal de Negócios. Os títulos da Brisa avançavam 1,44% para os 7,06 euros.



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