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Empresas de retalho pressionam índices americanos; Nasdaq desce 1,38%

As empresas de retalho pressionaram hoje os índices americanos, depois da Amazon.com ter sido alvo de uma recomendação negativa e a Home Depot ter cortado estimativa de vendas. O Nasdaq caiu 1,38% e o Dow Jones desceu 0,14%.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 19 de Novembro de 2002 às 21:12
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As empresas de retalho pressionaram hoje os índices americanos, depois da Amazon.com ter sido alvo de uma recomendação negativa e a Home Depot ter cortado estimativa de vendas. O Nasdaq caiu 1,38% e o Dow Jones desceu 0,14%.

O índice tecnológico terminou a valer 1.374,39 pontos e o Dow Jones fechou nos 8474,92 pontos.

A Home Depot caiu 13,29% depois de ter desvendado as contas do terceiro trimestre e afirmado que este ano não vai cumprir a previsão de crescimento das vendas entre 15% e 18%.

A Amazon.com foi penalizada pela perspectiva negativa dos analistas da Bear Stearns, que cortaram a recomendação da empresa para «peer perform».

A maior retalhista «online» do mundo, que este ano duplicou a sua cotação, desvalorizou hoje 5,04%.

Estes dois factos indicam que o consumo nos Estados Unidos poderá estar a abrandar, o que afectou outras empresas mais dependentes da evolução económica.

A Wal Mart, maior retalhista do mundo que ontem baixou a estimativa de vendas de Novembro, desvalorizou 1,73%.

Também a pressionar os índices a Microsoft desceu 1,83%, a Intel caiu 2,16% e a Cisco Systems desvalorizou 1,8%.

A impedir maiores perdas no Dow Jones estiveram as defensivas Procter & Gamble e Coca-Cola, que subiram 0,93% e 0,54%, respectivamente.

O american depositary receipt (ADR) da Portugal Telecom (PT) fechou a subir 0,92% para os 6,55 dólares (6,53 euros), enquanto em Lisboa a empresa fechou nos 6,62 euros.

O ADR da Electricidade de Portugal (EDP) fechou a subir 0,42% até aos 16,86 dólares (16,80 euros), enquanto em Lisboa a empresa fechou nos 1,68 euros. Cada ADR equivale a 10 acções da eléctrica nacional.

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