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Empresas do Grupo PT impedem Euronext Lisbon de acompanhar tendência de subida europeia

As acções da Bolsa nacional negociavam mistas, e o PSI20 resvalava 0,18%, pressionado pelas empresas do Grupo PT. As acções da PT, a negociarem «ex-dividendos», desciam 1,37%, com uma revisão em baixa do preço alvo.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 28 de Abril de 2003 às 09:48
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As acções da Bolsa nacional negociavam mistas, e o PSI20 resvalava 0,18%, pressionado pelas empresas do Grupo PT. As acções da Portugal Telecom (PT), a negociarem «ex-dividendos», desciam 1,37%, com uma revisão em baixa do preço alvo.

O PSI20 [PSI20] marcava 5.422,75 pontos, com quatro acções a subirem, sete em queda e nove inalteradas. O índice que na sexta-feira fechou em subida, aliviava de uma queda máxima diária de 0,6%.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] caía 1,37% para 6,50 euros, no dia em que a operadora iniciou a negociação sob a forma «ex-dividendos», ou seja, os accionistas que entrarem no papel a partir de hoje, já não serão contemplados com os dividendos de 2002.

O BCP Investimento reviu em baixa o preço alvo das acções da PT, para 8,90 euros, mantendo a recomendação de «comprar», segundo uma numa nota diária do banco.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] aumentava 0,8% para 1,26 euros. O Banco BPI [BPIN] e o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] cotavam inalterados nos 2,25 euros e 12,45 euros, respectivamente.

O BES disse hoje que os lucros no trimestre subiram 9,9% para 60,1 milhões de euros.

A Impresa [IPR] cujos prejuízos trimestrais foram de 7,4 milhões de euros, ou seja, uma melhoria de 12%, cotava nos 1,87 euros, o mesmo preço de fecho de sexta-feira.

A Electricidade e Portugal (EDP) [EDP] mantinha-se nos 1,64 euros, tal como a Sonae SGPS [SON] cujas acções estavam a ser negociadas a 0,38 euros. A «holding» disse na sexta-feira ter reduzido a zero a participação no capital do Banco BPI, após a alienação de uma tranche adicional de 2%.

A Portucel [PTCL], detida em 29% pela Sonae, voltava a somar 2,33% para 1,32 euros.

Bolsas europeias sobem com recuo no preço do crude

As praças da Europa negociavam em subida, com o Dow Jones Stoxx 50 a valorizar 0,37% para 2.298,47 pontos, e as seguradoras a darem o mote de subida.

O DAX [DAX] alemão apreciava 1,25% nos 2.873,78 pontos, e as acções da seguradora Allianz subiam 3% para 57,88 euros. A empresa química BASF que usa o petróleo como matéria-prima, somavam 2,2% para 39 euros, com o crude a recuar 2,2% para 23,55 dólares, o barril, em Londres.

O FTSE 100 [UKX] valorizava 0,21% para 3.878,40 pontos, perante a subida de 2,1% da seguradora Aviva, a maior do país.

O AEX de Amesterdão somava 0,75% para 280,39 pontos, impulsionado pela seguradora Aegon que acrescentava 2,27% para 9,03 euros. O ABN Amro descia 0,69% para 15,74 euros, com o maior banco holandês a recusar em avançar com previsões de resultados para 2003.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] progredia 1% para 2.895,42 pontos, ajudado pela seguradora AGF e pela empresa de águas Suez que acumulavam ambas ganhos de 3,3%.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] aumentava 0,59% para 6.530,70 pontos, e a empresa de TV por Cabo Sogecable liderava as subidas, estando mais cara em 3,95% a valer 9,46 euros.

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