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Energéticas e BCP pressionam PSI-20

A bolsa nacional inverteu a tendência positiva do início da sessão e seguia agora a negociar em terreno negativo pressionada pelas empresas do sector energético e pelo BCP, que recuava mais de 2%. O PSI-20 seguia a desvalorizar 0,96% a acompanhar a tendência das principais praças da Europa.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2009 às 10:54
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A bolsa nacional inverteu a tendência positiva do início da sessão e seguia agora a negociar em terreno negativo pressionada pelas empresas do sector energético e pelo BCP, que recuava mais de 2%. O PSI-20 seguia a desvalorizar 0,96% a acompanhar a tendência das principais praças da Europa.

O principal índice nacional, que já esteve a desvalorizar mais de 1%, negociava nos 6.111,59 pontos com cinco títulos em alta e 15 a desvalorizar. Na Europa, as principais praças seguiam a desvalorizar pela terceira sessão consecutiva penalizadas, mais uma vez, pela banca e pela indústria automóvel.

Na sessão de hoje o destaque vai para a Portugal Telecom, que anunciou antes da abertura do mercado os resultados referentes a 2008.

A operadora anunciou esta manhã que os resultados líquidos de 2008 desceram 21,6% no ano passado, ficando acima do estimado pelos analistas, devido ao impulso das contas no último trimestre do ano, período em que os lucros duplicaram.

Estes números animaram os analistas e também o início da sessão com os títulos da Portugal Telecom a terem já disparado mais de 1,5%. No entanto, as acções da PT, que também já estiveram a desvalorizar, seguem agora a ganhar 0,08% para os 6,325 euros.

No restante sector a Zon desvalorizava 0,37% para os 4,065 euros e a Sonaecom ganhava 0,45% para negociar nos 1,1 euros.

Na restante família Sonae, a Sonae SGPS desvaloriza 2,74% para os 0,462 euros e a Sonae Indústria avança 0,52% para os 1,558 euros, no dia em que o Millennium Investment Banking (IB) reviu em baixa a avaliação atribuída à cotada. O preço-alvo, para a Sonae Indústria para o final de 2009, caiu para 3,45 euros incorporando as novas estimativas do banco de investimento para a empresa liderada por Bianchi de Aguiar.

Também o BCP está a ser alvo das atenções na sessão de hoje, depois de ontem ter dado a conhecer que o resultado líquido de 2008 foi de 201,2, um valor que representa uma quebra de 64,3% face ao obtido em 2007 e que ficou em linha com o estimado pelos analistas. As perdas relacionadas com a participação no BPI, que atingiram 232,6 milhões de euros, explicam parte da quebra.

O BCP seguia a desvalorizar 2,21% para os 0,709 euros, uma tendência que é partilhada pelo BPI que perde 2% para os 1,471 euros. Já o BES segue pouco soma 0,50% para os 5,226 euros.

A penalizar segue o sector energético, principalmente a EDP que recua 1,16% para os 2,461 euros e para a Galp Energia que perde 2,25% para os 8,26 euros. A EDP Renováveis desvaloriza 0,31% para os 5,71 euros e a REN cai 0,72% para os 3,013 euros.























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