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Euronext Lisbon acompanha Europa e encerra a valorizar (act)

A bolsa nacional encerrou em linha com as congéneres europeias, que valorizaram impulsionadas pelo optimismo de que as eleições presidenciais nos EUA vão apurar um claro vencedor em detrimento do empate técnico que as últimas sondagens indiciam. O PSI-20

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 02 de Novembro de 2004 às 17:38
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A bolsa nacional encerrou em linha com as congéneres europeias, que valorizaram impulsionadas pelo optimismo de que as eleições presidenciais nos EUA vão apurar um claro vencedor em detrimento do empate técnico que as últimas sondagens indiciam. O PSI-20 avançou 0,42% com o contributo da EDP – Energias de Portugal e da Portugal Telecom.

O principal índice da bolsa nacional [PSI20] cotou nos 7.561,37 pontos com dez acções a subir, cinco a valorizar e as restantes cinco inalteradas, numa sessão em que a liquidez foi 148,51% superior à sessão de ontem, com 81,5 milhões de euros negociados.

A Energias de Portugal [EDP] foi o título que mais impulsionou o índice, com um avanço de 1,28% para os 2,37 euros com a aproximação da divulgação das condições finais da operação de aumento de capital.

A Portugal Telecom [PTC] – que anunciou hoje resultados que ficaram em linha com as expectativas - também contribuiu para a tendência do índice, subindo 0,78% para os 9,06 euros. A generalidade dos analistas que acompanham a operadora móvel considera que os resultados hoje apresentados pela operadora têm um impacto neutro na cotação da companhia.

A PT Multimédia [PTM] também valorizou 0,43% para os 18,60 euros. Os resultados líquidos da participada da PT relativos aos nove primeiros meses do ano dispararam de 8,9 milhões de euros em 2003, para 48,4 milhões de euros este ano, anunciou hoje a empresa.

A banca contribuiu quase na totalidade para a valorização do PSI-20, com o Banco Espírito Santo [BESNN] a subir 0,30% para os 13,49 euros e com o Banco BPI [BPIN] a avançar 0,32% para os 3,09 euros. O Banco Comercial Português [BCP] – que reforçou o máximo de três meses – encerrou inalterado nos 1,86 euros e deverá corrigir a partir de amanhã já que hoje foi o último dia em que os títulos do banco de Jardim Gonçalves transaccionam com direito ao dividendo intercalar de 3 cêntimos.

A travar maiores ganhos terminou a Brisa, nos 6,45 euros, com um deslize de 0,15%, bem como a Media Capital que perdeu 1,12% para os 5,29 euros. O restante sector «media» encerrou com a Cofina [COFI] inalterada nos 3,82 euros e com a Impresa [IPR] a ganhar 0,87% para os 4,62 euros.

A Título afirma que a Media Capital negoceia com um prémio injustificado face à média do sector. O banco de investimento diz mesmo que, «em termos técnicos, em função da forte valorização registada ultimamente pelo título, aconselhamos um ‘switch’ para a Impresa».

A Cofina anunciou hoje que realizou um acordo com vista à aquisição de 49% do capital da Metro News Publicações, empresa que edita o «Destak». O jornal gratuito vai aumentar a circulação para 100 mil exemplares e reforçar a actual cobertura, num investimento de um milhão de euros.

A Sonae SGPS anunciou, já depois do fecho, que os resultados líquidos dos primeiros nove meses deste ano totalizaram 127,8 milhões de euros, menos 29% que no mesmo período de 2003, período em que a empresa de Belmiro de Azevedo beneficiou de resultados extraordinários que não se repetiram em 2004. As suas acções terminaram inalteradas nos 0,98 euros.

A Sonae Indústria – que divulgou resultados na segunda-feira - fechou a cair 1,69% para os 4,65 euros. A maior subida foi protagonizada pela Gescartão que avançou 2,53% para os 11,35 euros enquanto a maior queda pertenceu à ParaRede que desvalorizou 2,63% para os 0,37 euros.

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