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Euronext Lisbon acompanha quedas da Europa após explosões em Londres

A bolsa nacional perdia mais de 1,5%, numa altura em que todos os títulos que integram o principal índice nacional caíam no principal índice nacional. O PSI-20 descia 1,70%, acompanhando a tendência das praças europeias, apesar da desvalorização ser infer

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 07 de Julho de 2005 às 12:58
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A bolsa nacional perdia mais de 1,5%, numa altura em que todos os títulos que integram o principal índice nacional caíam no principal índice nacional. O PSI-20 descia 1,70%, acompanhando a tendência das praças europeias, apesar da desvalorização ser inferior.

Os índices europeus registavam quedas superiores a 2% e a 3%, depois das explosões ocorridas no Reino Unido. A cidade de Londres foi esta manhã palco de explosões que eclodiram em sete estações de metro e em três autocarros, causando 90 vítimas entre elas, oito mortos confirmados e feridos, confirmou a Scotland Yard.

O PSI-20

[psi20] escorregava 1,70% para os 7.402,94 pontos, numa altura em que os 20 títulos deslizavam.

A Portugal Telecom (PT)

[ptc] deslizava 2,50% para os 7,80 euros, depois de ontem ter tocado novamente nos 8 euros, sem os conseguir superar. A sua subsidiária, PT Multimédia [ptm], descia 3,08% para os 8,49 euros.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] depreciava 0,96% para os 2,07 euros, e o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] descia 0,63% para os 12,71 euros, negociando no valor mais baixo desde Dezembro de 2003. O Banco BPI [bpin] recuava 0,63% para os 3,16 euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] depreciava 1,44% para os 2,05 euros e a Brisa [brisa]

caía 1,98% para os 6,42 euros.

A Pararede [para] escorregava 7,41% para os 0,25 euros, depois de ter caído mais de 11% para os 0,24 renovando o mínimo de Novembro de 2003, numa altura em que já negociou 13 milhões de acções, o que compara com uma média diária de 2,66 mil títulos nos últimos seis meses. As acções da ParaRede caíram mais de 11% em bolsa para o valor mais baixo desde Novembro de 2003, depois de vários accionistas, como a Cofina, Banco BPI e WhatEver terem anunciado reduções das suas posições no capital da empresa de serviços tecnológicos.

O sector de «media» também pressionava o índice, com a Confina [cofi] a cair 2,08% para os 2,82 euros e a Impresa [ipr] recuava 2,07% para os 4,73 euros. A Media Capital [mcp] cotava nos 6,80 euros, ao cair 1,73%.

O grupo Sonae não escapava às quedas, com a Sonae SGPS [son] a perder 2,59% para os 1,.13 euros e a Sonaecom [snc] a ceder 2,79% para os 3,14 euros.

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