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Euronext Lisbon agrava queda com recuo de 2,27% da EDP; PSI20 cai 1,28%

As acções da Electricidade de Portugal (EDP) avultavam a tendência de queda, experimentado uma desvalorização de 2,27%, pressionando o PSI20 para uma descida de 1,28%, numa sessão pautada pela fraca liquidez.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 05 de Agosto de 2002 às 12:37
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As acções da Electricidade de Portugal (EDP) avultavam a tendência de queda, experimentado uma desvalorização de 2,27%, pressionando o PSI20 para uma descida de 1,28%, numa sessão pautada pela fraca liquidez.

O PSI20 [PSI20] continuava a negociar abaixo dos 6 mil pontos, a marcar 5.934,82 pontos, com 80% das acções em queda, duas inalteradas e duas a valorizarem. O mínimo da sessão foi firmado nos 5.921 pontos.

A EDP [EDP] resvalava 2,27% para os 1,72 euros, com pouco mais de 500 mil títulos movimentados. Na sexta-feira, a eléctrica havia anunciado uma emissão obrigacionista de 200 milhões de libras (318,52 milhões de euros), e segundo a EDP, com o intuito de refinanciar a dívida de curto prazo e diversificar as fontes de financiamento.

De acordo com um operador da L.J. Carregosa contactado pelo Negocios.pt, «a sessão está de muito fraca liquidez» e a queda das acções deve-se «à ausência de notícias positivas no mercado, e à fraca performance da economia a nível mundial».

No sector financeiro, o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] que vem de uma série de quatro sessões sem valorizar, voltava hoje a retrair 0,69% a marcar 2,86 euros. Na sexta-feira, o BCP anunciou que adquiriu, através do BPA Bank National Association, a totalidade do capital do Interbank of New York, com sede em Nova Iorque, num investimento de 35 milhões de dólares (35,46 milhões de euros).

O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] caía 0,73% para os 10,92 euros, e o BPI [BPIN] descia 1,75% para os 2,24 euros, a negociar nas vizinhanças do mínimo anual.

O BPI anunciou em comunicado que a assembleia geral de accionistas do banco aprovou, no passado dia 1 de Agosto, o projecto de fusão por incorporação da BPI Dealer no banco de investimento do grupo liderado por Santos Silva.

A Brisa [BRISA] desvalorizava 1,6% até aos 4,93 euros, reduzindo para 4,5% a valorização acumulada no decorrer do ano. Em 2002, as acções da concessionária de auto-estradas já chegaram a acumular uma valorização superior a 28%, depois de terem fixado o máximo anual nos 6,10 euros.

Numa sessão em que a nota dominante tem sido a fraca liquidez, a Sonae SGPS [SON] apresenta-se como o título mais líquido, embora só tenha negociado 726 mil acções. Os títulos da «holding» escorregavam 1,92% para os 0,51 euros.

No sector das telecomunicações, a SonaeCom [SNC] era a mais a mais penalizada em termos percentuais, regredindo 3,65% para os 1,85 euros. A Portugal Telecom (PT) [PTC] caía 1,16% para os 5,98 euros, mínimo diário.

A Vodafone Telecel [TLE], a par da Impresa [IPR], era a única empresa do PSI20 a valorizar, acumulando uma subida de 0,13% para os 7,61 euros. A dona do canal televisivo SIC crescia 0,44% para os 2,28 euros.

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