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Euronext Lisbon contraria quedas na Europa e valoriza pela quinta sessão

A Bolsa nacional negociava em subida, com o PSI20 a somar 0,36%, ajudado pela valorização do Banco Comercial Português (BCP), a aliviar de uma subida máxima de 5,92%, com especulações em torno de um interesse do BBVA a suportarem o papel.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 12 de Março de 2003 às 09:45
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A Bolsa nacional negociava em subida, com o PSI20 a somar 0,36%, ajudado pela valorização do Banco Comercial Português (BCP), a aliviar de uma subida máxima de 5,92%, com especulações em torno de um interesse do BBVA a suportarem o papel.

O PSI20 [PSI20] cotava em 5.394,08 pontos, com nove acções em queda, nove inalteradas e apenas duas em subida.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] aumentava 1,97% para 1,55 euros, na sexta sessão consecutiva a acumular valor.

O banco, que ontem somou 6,4%, e que hoje chegou a apreciar um máximo de 5,92%, continuava a ser suportado por rumores de que o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) se prepara para ocupar uma posição na sua estrutura accionista. O presidente do segundo maior banco espanhol, Filipe González, encontra-se hoje com o primeiro ministro e Presidente da República para discutir os investimentos em Portugal.

Segundo a edição de hoje do «Público», o BBVA fará parte de um consórcio de bancos escolhidos pela Merrill Lynch e pelo UBS Warburg e que poderão ficar com os direitos sobrantes do aumento de capital do BCP. A negociação dos direitos ocorre entre 17 e 25 de Março.

O Banco BPI [BPIN] que voltou a trepar para um novo máximo anual de 2,33 euros, regressava ao valor de fecho de terça-feira de 2,30 euros.

A pressionar o índice, a Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] corrigira em queda de 0,67% para 1,49 euros, e a Sonae SGPS [SON] perdia 2,7% para 0,36 euros, no dia em que desvenda as contas anuais.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] cotava inalterada nos 6,08 euros.

Bolsas na Europa negoceiam em queda

As praças da Europa negociavam em descida, e o Dow Jones Stoxx 50 desvalorizava 0,15% nos 1.982,69 pontos, com o ultimato de 17 de Março imposto por George W. Bush ao regime iraquiano, a condicionar a evolução dos mercados.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] depreciava 0,67% para 2.476,69 pontos, pressionado pela «utility» Suez Lyonnais que depreciava 4,6% para 9,72 euros.

O DAX [DAX] alemão regredia 1,4% nos 2.272,96 pontos, arrastado pelas quedas de mais de 2% da Bayer, BASF e Siemens, que anulavam a subida de 1,3% da Deutsche Telekom.

O FTSE 100 [UKX] de Londres depreciava 0,54% para 3.434,20 pontos, com o grupo financeiro Reuters a deslizar 5,1% e a empresa de media Pearson, dona do «Financial Times», a escorregar 4,5%.

Na Bolsa de Amsterdão, o AEX perdia 0,33% para 226,91 pontos, em, mínimos de 52 semanas, arrastado pela desvalorização 0,93% da petrolífera Royal Dutch Shell.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] depreciava 0,24% para 5.592,80 pontos, pressionado pela queda de 1,7% da Ibéria. A Iberdrola aumentava 2,3% para 14,69 euros, e a Repsol, que controla 24% da eléctrica, somava 1% para 12,60 euros. A Gás Natural, que na segunda-feira afundou 13%, recuperava 0,9% a marcar 15,88 euros.

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