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Euronext Lisbon em queda com Sonae SGPS a pressionar; PSI20 cede 0,22%

A Bolsa nacional negociava em descida, embora menos acentuada face às congéneres europeias, com a desvalorização da Sonae SGPS a pressionar o PSI20 para uma queda de 0,22%. O Banco BPI voltava a acumular valor, em novo máximo anual.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 07 de Março de 2003 às 11:04
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A Bolsa nacional negociava em descida, embora menos acentuada face às congéneres europeias, com a desvalorização da Sonae SGPS a pressionar o PSI20 para uma queda de 0,22%. O Banco BPI voltava a acumular valor, em novo máximo anual.

O PSI20 [PSI20] cotava em 5.247,27 pontos, com nove acções em queda, quatro a valorizarem, e sete inalteradas.

A Sonae SGPS [SON] que apresentará as contas anuais a 12 de Março, perdia 2,7% para 0,36 euros, depois de na véspera ter tocado nos 0,35 euros, mínimo de sempre. A SonaeCom [SNC] desvalorizava 1,79% para 1,65 euros.

No sector da banca, o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] seguia inalterado nos 1,58 euros, e o Banco BPI [BPIN] somava 0,45% para 2,21euros, novo máximo anual.

Segundo o «Diário Económico», Fernando Ulrich, vice presidente do Banco BPI, defende que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) deve acompanhar o aumento de capital do BCP, mas critica a participação de 8,43% que a instituição financeira estatal detém no banco privado.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] caía 0,17% para 5,99 euros, com o Ibersecurities a aconselhar aos investidores a entrada no papel aos níveis de 5,50 a 5,70 euros.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] cotava inalterada nos 1,41 euros, e a Brisa [BRISA] regredia 0,4% para 4,92 euros.

A Jerónimo Martins [JMAR] descia 1,29% para 6,11 euros. Segundo o «Semanário Económico», a Carrefour, a Auchan, a Tengelmann e o Banco Privado Português estarão interessados na participação de 49% que a holandesa Ahold detém no capital da JM retalho.

Semicondutores pressionam Bolsa na Europa

As praças da Europa negociavam em queda, e o Dow Jones Stoxx 50 desvalorizava 0,97% nos 2.063,71 pontos, depois de ter batido nos 2.047,42 pontos, o mínimo de 4 de Abril de 1997.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] depreciava 1,03% para 2.607,47 pontos, pressionado pela ST Microelectronics que caía 3,1%, depois da Intel ter revisto em baixa as estimativas de receitas para o primeiro trimestre.

Na Bolsa de Amesterdão, o AEX perdia 2,47% para 240,79 pontos, e a Philips, o terceira maior fabricante de «chips» da Europa, regredia 3,04%. A Aegon decrescia 4,63%, depois da JP Morgan ter baixado o preço alvo da instituição seguradora.

O FTSE 100 [UKX] de Londres decrescia 0,86% para 3.524,80 pontos, pressionado pelos bancos HBOS, Lloyds e Abbey National, que desvalorizavam todos cerca de 2%, depois da Standard & Poor"s ter «ameaçado» cortar o «rating» dos bancos britânicos.

O DAX [DAX] alemão regredia 0,41% nos 2.427,60 pontos, com a Infineon Technologies, em sintonia com o sector, a cair 1,2% para 5,60 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] depreciava 0,17% para 5.807,10 pontos, pressionado pela descida de 1,2% do Santander Central Hispano (SCH) e pela depreciação de 0,7% do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA).

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