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Euronext Lisbon fecha em mínimo de cinco anos arrastada pela queda de 4,55% da EDP (act.)

O PSI20 resvalou 2,38% para um novo mínimo anual, depois de ter tocado no valor mais baixo desde Fevereiro de 1997. As acções da Electricidade de Portugal registaram uma queda de 4,55%, num dia em que a PT e o BCP fixaram, também, novos mínimos.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 05 de Agosto de 2002 às 16:58
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O PSI20 resvalou 2,38% para um novo mínimo anual, depois de ter tocado no valor mais baixo desde Fevereiro de 1997. As acções da Electricidade de Portugal (EDP) registaram uma queda de 4,55%, num dia em que a PT e o BCP fixaram, também, novos mínimos.

O PSI20 [PSI20] terminou a primeira sessão da semana nos 5.868,66 pontos, com 13 acções em queda, quatro inalteradas e três a valorizarem. No decorrer da sessão, o índice chegou a cair até aos 5.850,72 pontos, voltando a níveis de Fevereiro de 1997.

A EDP [EDP] que movimentou 2,13 milhões acções, encerrou em queda de 4,55% para os 1,68 euros. Com uma ponderação de 14,56% no PSI20, a eléctrica foi a principal responsável pela dimensão da queda do índice.

Na sexta-feira, a eléctrica anunciou uma emissão obrigacionista de 200 milhões de libras (318,52 milhões de euros), e segunda a EDP, com o intuito de refinanciar a dívida de curto prazo e diversificar as fontes de financiamento.

No sector financeiro, o BPI [BPIN] foi o mais penalizado em termos percentuais, regredindo 4,39% para os 2,18 euros, e o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] que resvalou 0,91% para os 10,90 euros.

O Banco Comercial Portugal (BCP) [BCP] caiu 2,43% para os 2,81 euros, elevando para 7% a queda acumulada ao longo das últimas cinco sessões. O banco fixou hoje novo mínimo do ano nos 2,78 euros.

Na sexta-feira, a instituição liderada por Jardim Gonçalves anunciou que adquiriu, através do BPA Bank National Association, a totalidade do capital do Interbank of New York, com sede em Nova Iorque, num investimento de 35 milhões de dólares (35,46 milhões de euros).

A negociação de um lote de 3,39 milhões de acções do BCP, ao preço unitário de 2,79 euros, ajudou a empolar o nível de liquidez na praça nacional.

O BPI transaccionou 3,05 milhões de títulos. Segundo o «Diário Económico», o BPI realizou uma provisão de 17 milhões de euros no primeiro semestre de 2002 para fazer face ao incumprimento do pagamento das dívidas da ECOP, construtora civil em processo de recuperação de empresas.

A Brisa [BRISA] caiu 2,59% para os 4,88 euros. A última vez que as acções da concessionária de auto-estradas fecharam abaixo dos 5 euros foi a 13 de Fevereiro, altura em que o papel marcava 4,96 euros.

Nas telecomunicações, a Portugal Telecom (PT) [PTC] caiu 1,98% para os 5,93 euros, valores de Setembro de 1998, com o mais recente mínimo anual firmado nos 5,90 euros.

A Vodafone Telecel [TLE] permaneceu inalterada nos 7,60 euros e a SonaeCom [SNC] deslizou 2,6% para os 1,87 euros.

A Novis, braço das telecomunicações fixas pertencente à SonaeCom, anunciou ter mais que duplicado a sua base de clientes no primeiro semestre de 2002, para 143 mil.

A Sonae SGPS [SON], que estabeleceu o mínimo anual nos 0,50 euros, fechou em queda de 3,85%. A Cimpor também fixou o valor mais baixo do ano nos 16,81 euros, após uma queda de 6,61%, conseguiu terminar com uma subida de 0,33%.

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