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Euronext Lisbon fecha em queda com BCP e PT a caírem mais de 1% (act)

A Euronext Lisbon acompanhou a tendência de queda das praças europeias, pressionada pela desvalorização dos títulos do Banco Comercial Português e da Portugal Telecom. O PSI-20 deslizou 0,31%, com as acções da Brisa, EDP e Media Capital a evitarem maiores

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 14 de Outubro de 2004 às 17:04
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A Euronext Lisbon acompanhou a tendência de queda das praças europeias, pressionada pela desvalorização dos títulos do Banco Comercial Português e da Portugal Telecom. O PSI-20 deslizou 0,31%, com as acções da Brisa, EDP e Media Capital a evitarem maiores quedas.

O PSI-20 [psi20] terminou a sessão nos 7.448,38 pontos, com 12 títulos a subir, cinco em queda e os restantes três inalterados. O valor negociado entre os títulos do índice ascendeu a 88 milhões de euros, menos 22% que na última sessão.

A bolsa nacional acompanhou a tendência depressiva das praças europeias, que foram penalizadas por nova escalada dos preços do petróleo, e resultados pouco animadores de várias companhias, com a General Motors dos Estados Unidos e a finlandesa Nokia.

Os títulos que na quarta-feira mais ajudaram o PSI-20 a subir foram os que hoje mais o pressionaram. A Portugal Telecom caiu 1,40% para os 9,14 euros – depois de ontem ter atingido um máximo desde Abril – e o Banco Comercial Português baixou 1,12% para os 1,77 euros.

Ainda a pressionar os índices a Cimpor [cimp] recuou 1,2% para os 4,13 euros, a Sonae SGPS baixou 1,1% até aos 0,90 euros e o Banco Espírito Santo perdeu 0,59% para os 13,40 euros.

Foram vários os títulos que impediram maiores quedas no índice, com o dos media a continuar em destaque, apresentando há várias sessões uma tendência constante de ganhos, perante as perspectivas animadoras para as receitas de publicidade.

A Media Capital [mcp] cresceu 3,38% para os 5,20 euros – tendo fixado um novo máximo histórico nos 5,30 euros – a Cofina subiu 0,79% para os 3,85 euros, a Impresa aumentou 1,11% para 4,54 euros e a PT Multimédia valorizou 0,54% para os 18,70 euros.

A Espírito Santo Research (ESR) subiu os «preço-alvo» para a Impresa e para a Media Capital mas manteve as recomendações de «compra» para as duas empresas. Em notas de «research» de ontem, a ESR subiu o «preço-alvo» da Impresa para 5,7 euros por acção de 5,0 euros antes e o da Media Capital para 6,0 euros de 5,3 euros antes.

A EDP [edp] também impulsionou o índice e corrigiu parte das quedas de ontem, com uma valorização de 0,43% para os 2,33 euros, no dia em que a Entidade Reguladora do Sector Energético vai apresentar a sua proposta para as tarifas de electricidade de 2005.

Mas foi a Brisa [brisa] que mais contribuiu para a menor queda do índice nacional, ao registar um ganho de 1,70% para os 6,57 euros, depois do Governo ter detalhado mais detalhes sobre a colocação de portagens nas SCUT. O concurso para a selecção da entidade que irá ficar responsável pela gestão da cobrança das portagens será lançado em Novembro e «a expansão do sistema Via Verde a novas concessões seriam excelentes notícias para a empresa», refere o Santander.

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