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Euronext Lisbon perde 0,32% em linha com praças europeias

A Euronext Lisbon deslizava 0,32% pressionada pelos títulos da EDP e do BCP. Um comportamento similar às restantes praças europeias que corrigem dos máximos alcançados esta semana. O BPI era o único título do índice a ganhar valor.

Negócios negocios@negocios.pt 20 de Agosto de 2003 às 10:56
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A Euronext Lisbon deslizava 0,32% pressionada pelos títulos da EDP e do BCP. Um comportamento similar às restantes praças europeias que corrigem dos máximos alcançados esta semana. O BPI era o único título do índice nacional a ganhar valor.

O PSI-20 [PSI20] marcava 5.920,94 pontos a perder 0,32%, com uma empresa a ganhar valor, dez a perder e nove inalteradas.

Na banca, o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] era o título que mais condicionava o comportamento do índice nacional. Os títulos do banco liderado por Jardim Gonçalves desciam 0,65% para os 1,54 euros.

Pelo contrário,o Banco BPI amealhava um ganho de 0,41% para os 2,44 euros e era o único título do índice que amealhava valor. O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] mantinha-se inalterado nos 12,82 euros.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] corrigia 0,50% para os 1,99 euros enquanto a Portugal Telecom (PT) [PTC] deslizava 0,16% a marcar 6,39 euros.

A PT Multimédia (PTM) [PTM], que ontem amealhou um ganho superior a 2% corrigia 0,48% a cotar nos 14,53 euros.

A Impresa [IPR], que ontem marcou novo máximo dos últimos doze meses ao cotar nos 2,58 euros, um ganho impulsionado pelo acordo celebrado com a RTP e que visa a diminuição do tempo de publicidade que a televisão pública irá transmitir, seguia inalterada nos 2,57 euros.

No Grupo do Belmiro de Azevedo, a Sonae [SON] perdia 2,07% para os 0,47 euros e a SonaeCom [SNC] via a cotação dos seus títulos depreciarem 0,51% para os 1,96 euros.

Praças europeias corrigem de máximos do ano

As principais praças europeias seguiam a corrigir dos máximos alcançados ontem e ante-ontem. O Euro Stoxx 50 perdia 0,27% para os 2.511,19 pontos com o sector segurador a condicionar.

O IBEX [IBEX], que ontem marcou novo máximo dos últimos doze meses ao cotar nos 7.221,50 pontos, seguia a corrigir 0,22% para os 7.176,30 pontos.

Os títulos do Banco Popular, que amealhavam um ganho de 0,24% para os 41,21 euros, atenuavam as perdas do principal índice espanhol pressionado pela queda das acções da Telefónica e do Banco Bilbao Viscaya e Argentaria (BBVA) que deslizavam 0,45% e 0,50% para os 10,94 euros e 9,98 euros, respectivamente.

No CAC [40], a TotalFina com uma queda de 0,92% para os 140,6 euros pressionava o índice francês para uma descida de 0,55% para os 3.292,44 pontos depois de ante-ontem ter marcado novo máximo do ano ao cotar nos 3.314,49 pontos. Anteontem, o índice francês marcou o valor mais alto de 2003.

Em Inglaterra, o FTSE [UKX] perdia 0,31% para os 4.237,50 pontos pressionado pelos títulos do grupo financeiro HSBC e da Astrazeneca que iniciaram hoje a cotação em ex-dividendo.

O HSBC perdia 1,84% para os 8,01 libras depois de ter pago um dividendo no valor de 0,24 euros. Também a negociar em ex-dividendo, as acções da farmacêutica Astrazeneca desvalorizavam 1,36% para as 25,35 libras (36,13 euros).

A GlaxoSmithKline, que juntamente com a alemã Bayer, conseguiu a licença para a comercialização nos Estados Unidos de um novo medicamento para a impotência masculina, o Levitra, era o título mais impulsionador do índice britânico ao ganhar 0,32% para as 12,44 libras (17,73 euros). As empresas estimam que as vendas do medicamento que vai desafiar o Viagra, da Pfizer, atinjam os 1,1 mil milhões de dólares (987 milhões de euros) por ano.

No DAX [DAX], as acções da Alianz, depois de um analista da Goldman Sachs ter cortado a recomendação dos títulos da seguradora de «in-line» para «underperform» afirmando que o valor justo das acções era 83 euros, menos 6,8% que a cotação com que a empresa encerrou a sessão de ontem, desciam 1,26% para os 87,95 euros.

Contudo, o índice alemão seguia a ganhar 0,07% para os 3.507,14 pontos devido aos ganhos da Bayer, cujas acções apreciavam 2,98% para os 20,02 euros pelos motivos já enunciados, e pelas acções da DaimlerChrysler que subiam 0,93% para os 33,61 euros.

O AEX de Amesterdão marcava 327,23 pontos, a ganhar 0,22% para os 327,23 pontos, com os títulos da Unilever, que materializavam um ganho de 0,88% para os 51,35 euros, a puxar o índice holandês.

Por Joaquim Madrinha

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