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Euronext Lisbon perde 0,72% com BCP, PT e EDP

O PSI-20 seguia a descer 0,72% pressionado pelos títulos do BCP, PT e EDP e em linha com as principais praças europeias. A Impresa contrariava a tendência e marcava novo máximo do ano.

Joaquim Madrinha 21 de Julho de 2003 às 12:28
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O PSI-20 seguia a descer 0,72% pressionado pelos títulos do BCP, PT e EDP e em linha com as principais praças europeias. A Impresa contrariava a tendência e marcava novo máximo do ano.

O PSI-20 [PSI20] desvalorizava 0,72% para os 5.795,83 pontos com oito empresas a subir, nove a descer e três inalteradas.

De acordo com Hugo Martins, corretor da Probolsa, «os mercados, incluindo o português, estão a corrigir das recentes subidas».

Na banca, o Banco Comercial Português (BCP), o título mais penalizador do índice, resvalava 2,07% para os 1,42 euros. O banco de Jardim Gonçalves apresenta amanhã os resultados semestrais e segundo uma «pool» de analistas construída pela agência Reuters, os lucros do banco situar-se-ão entre os 191,4 milhões de euros e os 219,2 milhões de euros contra os 320,9 milhões de euros registados no período homólogo.

O Banco BPI (BPI) marcava 2,20 euros a perder 1,30%.

O Banco Espírito Santo (BES) contrariava a tendência do sector e era o título que mais contribuía para atenuar as perdas do índice. As acções do BES seguiam a ganhar 0,16% para os 12,82 euros.

A Portugal Telecom (PT), que hoje anunciou um acordo com a Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) para comprar os 12,5% que ainda não detinha da PT Prime por 39,1 milhões de euros, perdia 0,95% para os 6,27 euros.

O valor da venda será aplicado em títulos da operadora que assim passará a contar com a SIBS como accionista/p>

A Electricidade de Portugal (EDP) seguia a perder 0,50% para os 2 euros. João Talone, o líder da eléctrica encontra-se hoje com o secretário de estado espanhol para discutir o levantamento das restrições aos direitos de voto da EDP na HidroCantábrico, uma situação que está a condicionar o comportamento da eléctrica nacional em relação à empresa espanhola.

Na semana passada a EDP fez saber que qualquer reforço na posição que a empresa detém na Hidrocantábrico depende do levantamento das restrições impostas.

Para o corretor da Probolsa, «o facto de João Talone estar a negociar o levantamento das restrições aos direitos de voto da EDP na Hidrocantábrico, é positivo para a empresa, porém a EDP subiu muito depressa e agora está a corrigir».

A Impresa marcava 2,48 euros com um ganho de 0,81%. Porém, a Maio da manhã, a Impresa marcou novo máximo do ano ao cotar nos 2,52 euros. A recomendação da ES Securities na semana passada e a recuperação do mercado publicitário estão a puxar pelos títulos da holding de Pinto Balsemão.

No Grupo de Belmiro de Azevedo, a Sonae mantinha-se inalterada nos 0,48 euros enquanto a SonaCom perdia 0,51% para os 1,98 euros.

A Brisa cotava nos 4,95 euros a perder 0,60%.

A Gescartão, que entrou para a bolsa na semana passada, resvalava 2,10% para os 6,53 euros, apenas 0,03 euros acima do preço da Oferta Pública de Venda (OPV).

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